Postagem em destaque

Quem toma a vacina da democracia não quer a doença da ditadura

Estamos diante das eleições mais relevantes desta era democrática no Brasil, se não de todos os tempos na história política brasileira. E...

terça-feira, setembro 27, 2022

Ciro Gomes está alinhado com Bolsonaro

Há atualmente 32 partidos políticos no Brasil. Mas não existem tantas ideologias políticas; meia dúzia já seria muito. A maioria das siglas é uma malta de bandoleiros, corruptos, ladrões e golpistas, sem ideologia política. Essas siglas são, em geral, partidos de aluguel, que precisam ser extintos por uma reforma política séria.
O político pode errar uma, duas, três vezes na escolha e troca de partido. Mais que isso, demonstra que o sujeito é um oportunista interesseiro e fisiológico, sem ideologia política nenhuma.
Bolsonaro – politicalho que enche o bolso na roubalheira e na corrupção – foi eleito em 2018 presidente da República pelo PSL (Partido Social Liberal). Agora, o pirangueiro Jair Messias (messias ou capiroto?) é candidato à reeleição pelo PL (Partido Liberal).
O politicalhão marginal integrou/trocou de partido dez vezes na sua vida política (PDC, PP, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC, PSL e PL). Isso, sem contar o Aliança pelo Brasil, partido que ele não conseguiu fundar. A lista seria maior se alguns partidos não tivessem recusado/rejeitado a sua filiação.
O corrupto e criminoso Bolsonaro passou 21 anos, maior parte do tempo da sua carreira política, que iniciou em 1988, no PP (Partido Progressista) – PP, PPR e PPB são siglas do mesmo balaio –, inclusive no período dos governos do PT (Partido dos Trabalhadores) no Brasil.
Por acaso você sabia que a maioria dos políticos envolvidos no escândalo da corrupção da Petrobrás (Petrolão) era do Partido Progressista (PP) – do Paulo Maluf, do Ciro Nogueira, do Bolsonaro?
Que moral tem o Porra-Louca (PL) crápula, corrupto e ladrão que mente, engana e ludibria os eleitores, sobretudo evangélicos, para proclamar deus, pátria e família? Bandido acima de tudo, diabo acima de todos! Não dá pra entender como alguém vota neste porra.
Ciro Gomes está hoje no PDT (Partido Democrático Trabalhista), agremiação pela qual foi candidato a presidente da República nas eleições de 2018, e é agora novamente candidato ao mesmo cargo.
Desde que ingressou na vida política, o Ciro Gomes integrou sete partidos (PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB, PROS e PDT). Como se observa, o pedetista é também um politicalho volúvel e oportunista. Assim como o transviado Bolsonaro, o instável Ciro trocou de esposa três vezes, oficialmente.
Enfatiza-se que o Partido Democrático Trabalhista (PDT), sigla trabalhista de centro-esquerda, do Leonel Brizola não existe mais. Contrariados com os rumos do partido, políticos filiados deixaram o PDT e hoje são candidatos por outras legendas, um deles é o candidato a deputado federal Leonel Brizola Neto (PT-RJ). O caudilho petebista/pedetista deve estar se revirando na tumba de São Borja (RS) vendo a postura reprovável do destemperado e surtado Ciro Gomes.
A conduta do presidenciável Ciro Gomes, que disputa o cargo máximo da República pela quarta vez nestas eleições de 2022, mostra, até agora, que ele está alinhado com a extrema-direita, ou seja, com o negacionista e fascista Bolsonaro.
E de fato tem gente falando que o revoltado Ciro Gomes teria se convertido à extrema-direita (ao fascismo) e que não se surpreenderia se ele vier a declarar apoio ao pestilento Bolsonaro no segundo turno. Na realidade, o Ciro que está no PDT nunca foi de esquerda, basta olhar as siglas pelas quais ele passou.
E não foi diferente nas eleições de 2018, quando o camaleão Ciro, derrotado no primeiro turno, ao invés de ficar aqui e lutar pelos interesses dos trabalhadores e do povo brasileiro, foi para Paris (França). O politicalhão omisso, enganador, demagogo, falso, hipócrita retornou da Europa na antevéspera do segundo turno. Ele diz que votou em Fernando Haddad (PT). Será?
Ciro Gomes é um indivíduo virulento e falso moralista, com algumas características idênticas (truculento, racista, machista, misógino, aporofóbico, etc.) às do monstro Bolsonaro, o presidente mais abestado, mais maluco e mais mentiroso do mundo.
Político correto, honesto e sério usa sua inteligência e seus conhecimentos para fazer o bem para o Brasil e o povo brasileiro, e não para atacar ferozmente, covardemente e injustamente adversários políticos, ex-aliados ou não, tratando-os como inimigos mortais.
Se o arrogante e desonesto Ciro Gomes fosse eleito presidente da República – isso dificilmente acontecerá algum dia (deus do Sol virou estrela cadente) – ele faria um desgoverno desastroso e despótico similar ao do atual mandatário do Brasil, favorecendo mais as elites do que o povo pobre e trabalhador.
O impositor, rancoroso e agressivo Ciro Gomes (PDT) está sendo abandonado pelos próprios partidários, que irão apoiar e votar em um candidato a presidente experiente e democrata já no primeiro turno. Um político autoritário e ególatra que não consegue aglutinar os correligionários do seu partido não tem condições de governar o Brasil.
O candidato pedetista à Presidência da República derrotado nas eleições de 2018 e que muito provavelmente não logrará êxito nas urnas este ano – pesquisas indicam que ele deve ficar em terceiro ou quarto lugar –, vai novamente fazer turismo em Paris e abandonar os trabalhadores e a nação brasileira?
Que ideologia política tem um politiqueiro camaleônico, volúvel e oportunista que troca muitas vezes de partido? Resposta: nenhuma! Isso só mostra que o sujeito boa coisa não é.
Quem não agride, não calunia, não injuria, não difama ninguém não precisa se desculpar um milhão de vezes a vida inteira.
Bolsonaro é onagro (burro). Porque seria reeleito com um pé nas costas, no primeiro turno, com larga vantagem sobre qualquer outro candidato a presidente da República, se tivesse feito um bom governo, principalmente no tocante (?) ao enfrentamento da pandemia de coronavírus (Covid-19). Não fez! Todas as pesquisas (e são muitas) indicam que ele não ganha a eleição nem no primeiro e nem no segundo turno.
Ciro Gomes já é carta fora do baralho. Depois do desastre e do fiasco nestas eleições, o raivoso e egocêntrico Ciro, muito possivelmente, não será mais candidato a presidente, talvez nem a governador, senador ou deputado.
Cidadão eleitor, não seja covarde! Pense bem em quem votar, para acertar na hora de apertar as teclas da lua da esperança na urna eletrônica. Reflita e decida de primeira. Não tem segunda opção.
Seja patriota e racional! Vote com certeza e convicção no melhor para o Brasil e o povo brasileiro. Vote com coragem! Vote pela vitória da democracia sobre o fascismo. O Brasil vai ser livre e feliz de novo e voltará a ser forte no mundo!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[Publicado no site Diarinho, em "Cartas do Leitor" (27/09/2022) - Clique aqui.]

sábado, setembro 24, 2022

Uma escolha muito fácil (1)


[Publicado no jornal impresso Diarinho, 24 e 25/09/2022, p. 9]
[Publication on request]

quinta-feira, setembro 22, 2022

Você votaria em um pastor e político acusado de estupro?

Nos últimos tempos tem havido inúmeras denúncias de estupro de crianças, adolescentes e mulheres, praticados por homens anônimos e públicos – cantores, atores, políticos, pastores.
O cantor do Art Popular, Leandro Lehar, foi condenado por estupro e cárcere privado. O ator da Rede Globo José Mayer e o ator e humorista Marcius Melhem foram acusados de assédio sexual e moral. Também da Globo, o ator José Dumont foi preso e está sendo investigado por estupro de menor. O vereador do Rio de Janeiro ex-PM Gabriel Monteiro (PL) teve o mandato cassado mês passado, após denúncias de estupro e assédio moral e sexual. O Deputado estadual Fernando Cury (União Brasil) passou a mão no seio de uma deputada no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em dezembro de 2020; ele foi expulso do partido Cidadania em outubro de 2021 e denunciado pelo Ministério Público (MP) pelo crime de importunação sexual – o mandato dele deveria ter sido cassado. Pedro Guimarães, figura próxima do atual presidente da República, Jair Messias (messias?), que foi quem o colocou na presidência da Caixa Econômica Federal (CEF), foi acusado de assédio sexual por funcionárias do banco.
Esses são apenas alguns dos numerosos casos públicos e notórios. E são incontáveis os crimes sexuais praticados por agressores (criminosos) anônimos.
E queremos citar e destacar ainda o caso de um pastor e político que, como tantos outros, seria um falso profeta e explorador da fé popular. Não obstante a má índole e o mau-caratismo, o sujeito tem sido eleito e reeleito deputado federal por São Paulo. Não causa surpresa. Afinal, muitos crentes e eleitores são alienados e desinformados ou gostam de ser ludibriados.
Uma destinatária de e-mail que enviamos semana passada a mais de cem pessoas leu alguns textos no nosso blog (http://votolivre.blogspot.com) e nos questionou sobre um deles. Chamou à atenção da leitora o artigo "Deve existir algum movimento evangélico sério", que foi publicado na edição impressa do Diarinho, de 20 e 21 de abril de 2013, e postado à época no blog.
O personagem principal do texto é o deputado federal Marco Feliciano, que é um mau elemento, um bandido e criminoso travestido de pastor santinho, que fundou uma igreja neopentecostal ligada à Assembleia de Deus. Não faltam igrejas dominadas por gângsteres comedores de ovelhas.
Na internet há uma matéria, desta segunda-feira (19), sob o título "Patrícia Lélis usa suas redes para denunciar estupros e orgias promovidos por Marco Feliciano", que fala que "a jornalista Patrícia Lélis, que já foi próxima a políticos de extrema direita e a pastores evangélicos, publicou uma série de tweets em que acusou Marco Feliciano, um dos principais aliados de Jair Bolsonaro, de promover estupros e orgias em suas igrejas". Patrícia diz que quem não aceita ser amante de Feliciano é estuprada.
Nestas eleições de 2022, temos visto uma montoeira de políticos candidatos que estão disputando cargo a presidente, a senador, a deputado federal, estadual e distrital falando de religião, de deus (sic) e de Cristo, que são tão ou mais corruptos, bandidos e criminosos que o marginal Marco Feliciano, que é do bando do Centrão do Congresso Nacional.
Por que será que as pessoas votam em politiqueiros muito, muito corruptos, bandidos e criminosos, como alguns dos que são candidatos à eleição e à reeleição este ano? Para os eleitores crentes e não-crentes apaixonados por politicalhões mentirosos, malfeitores e ladrões eles são santos e honestos.
Para não votar errado, procure se informar sobre os candidatos que são lobos vestidos de pele de cordeiro, desonestos, demagogos, enganadores, falsos, hipócritas, sorrateiros, trapaceiros, mentirosos, que estão a enganar a boa fé dos eleitores incautos, crédulos e inocentes.
As mulheres devem denunciar os crimes cometidos por praticantes de estupros e outros atos de violência. Mas elas podem fazer mais! As mulheres, bem como os homens corretos e antiviolência, podem, nas urnas, reprovar os politicalhos criminosos, racistas, machistas, misóginos, homofóbicos, violentos e incitadores do ódio e da violência, votando com coragem e sem medo nos políticos candidatos defensores dos direitos da mulher, da paz e da tolerância. Lembre-se que o voto é secreto.
É importante ressaltar ainda que intensificaram-se os casos de feminicídio em decorrência da alavancada da onda de ódio e violência no Brasil, nos tempos que correm. Então, você votaria em um pastor e político acusado de estupro?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[Publicado no site Diarinho, em "Cartas do Leitor" (22/09/2022) - Clique aqui.]

sábado, setembro 03, 2022

Quem toma a vacina da democracia não quer a doença da ditadura

Estamos diante das eleições mais relevantes desta era democrática no Brasil, se não de todos os tempos na história política brasileira.
Este politizado e semiletrado escrevinhador tirou o título de eleitor em meados do período da Ditadura Militar (1964-1985) – época em que as eleições presidenciais eram indiretas, sem a participação do povo – e nunca votou para presidente da República em toda sua vida. Podia/poderia votar para presidente pela primeira vez em 1989, nas primeiras eleições presidenciais democráticas após o fim do regime ditatorial no Brasil.
Nunca, nunca votaríamos num politicalho miliciano, bandido, criminoso, corrupto, ladrão, vigarista, extremista, fascista, nazista, terrorista, truculento, vagabundo, ordinário, canalha, psicopata, racista, machista, misógino, homofóbico, diabólico, tresloucado, cretino, mitomaníaco. Nunca, jamais, sufragaríamos um sujeito maldito, ignaro, tonto, ogro (mito).
Não pode estar certo quem apoia e vota em um politicalhão delinquente, malevolente, insolente, intolerante, ignorante, demente dessa laia e estirpe.
Sempre é tempo de mudar e rever conceitos. E muito cidadão de bem que votou errado (ou enganado) nas eleições passadas se deu conta de que não estava do lado certo da história.
A imprensa conservadora, sorrateira, tendenciosa, velhaca, polarizada – ferrada no polo negativo – faz campanha contra voto útil, quer dizer, pelo voto inútil em um candidato fraco, no primeiro turno das eleições presidenciais deste ano, para favorecer o pior dos postulantes – um pústula trapaceiro, celerado, desastroso, trágico, desvairado, abominável.
Mas o eleitor inteligente, esperto e informado, que acredita na esperança de dias melhores, que quer o melhor para o Brasil e o povo brasileiro, não cai nessa arapuca.
Abominamos a tortura e as atrocidades do regime militar. O Brasil não pode ter na presidência da República um Porra-Louca (PL) despótico, violento, velhaco, mentecapto, sociopata, negacionista.
Hoje, a democracia no Brasil corre riscos e está seriamente ameaçada. Defendamos, apoiemos e salvemos a democracia da nossa Nação, da Pátria verde-amarela de todos nós, brasileiros e brasileiras.
Estamos a dias das eleições presidenciais mais importantes e relevantes desde a redemocratização. Para o bem e pelo bem do Brasil e da nação brasileira, não podemos votar errado novamente!
O Brasil que queremos não é o Brasil do desastre e da desgraça que estamos vivenciando. Nosso país deve ser pacífico, próspero, democrático, mais justo e respeitado. O Brasil tem que ser protagonista da geopolítica mundial, não um pária da política internacional.
Desejamos um futuro promissor e mais humano e de prosperidade e otimismo para a população brasileira. Para isso, a presente desgraça e destruição do Brasil precisa ser abortada. Devemos, nas urnas, com as armas do voto certeiro, destronar do poder a escória do exército brasileiro.
Militar patriota, sério, ilibado, direito, ajuizado não deve apoiar, proteger e andar abraçado com um marginal rebelde, subversivo, explosivo, cruento, pérfido, escroto.
Temos trezentos ou trocentos motivos para acreditar na vitória da democracia sobre o fascismo (despotismo) nas eleições presidenciais democráticas do ano do bicentenário da Independência do Brasil, se não no primeiro, no segundo turno.
Cidadão patriota e decidido, se assim o desejar, exerça o direito (?) de voto. Eleitor consciente e racional não vota em politicalho impio, sinistro, sanguinário que defende e idolatra a ditadura e a tortura, e nem em politiqueiro mequetrefe, safado, reacionário – adversário e inimigo da democracia (governo do povo).
Cidadão eleitor! No pleito eleitoral de outubro deste ano – que será uma eleição presidencial plebiscitária: do Não à catástrofe e à desventura; do Sim à reconstrução e à bem-aventurança –, com consciência serena e convicção na escolha do melhor político candidato, vote a favor da esperança, da democracia, da liberdade, da paz, da ordem e progresso.
Democracia é liberdade. Eleição é coisa séria. Voto é responsabilidade. Eleitor patriótico! Seja reflexivo e responsável, pense bem e vote certo. Conquiste pelo menos mais um voto. Voto a voto, triunfará a democracia!
Agora, neste momento tão importante para a vida do Brasil e do povo brasileiro, embora sejamos contrários ao cabresto do voto obrigatório – que é imposição e não direito –, pela vitória da democracia sobre o fascismo, por mais amor e tolerância e menos ódio e violência, com o coração cheio de razão e determinação, devemos desvirginar nosso voto presidencial.
O Brasil e o Mundo ficam felizes com a vitória da democracia. Quem toma a vacina da democracia não quer a doença da ditadura. Viva a liberdade e a democracia!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[Publicado no site Diarinho, em "Cartas do Leitor" (03/09/2022) - Clique aqui.]