sábado, outubro 25, 2014

Eleitor burro, idiota, imbecil, vota em Aécinho Neves

1. Aécinho arriou as calças diante do corajoso jornalista Juca Kfouri
Aécio Neves da Cunha, o Aécinho (PSDB), o político que passa mais tempo nas baladas e festas do Rio de Janeiro, que no seu Estado natal, Minas Gerais, onde foi governador e pelo qual é senador, ameaçou o jornalista Juca Kfouri, por ter noticiado que ele (Aécinho) havia batido na namorada em uma festa num hotel de luxo do Rio, diante de testemunhas.
Com a reafirmação da notícia, por Kfouri, o vagabundo Aécinho recuou. E por que arriou as calças? Simplesmente por que Juca Kfouri estava falando a mais pura verdade. São verdades incontestáveis como essa, que o cínico, falso, hipócrita, mentiroso, sem-vergonha, Aécinho - tal qual o seu mentor, o cafajeste Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que merece o "Prêmio Nobel da Traição", por ter traído a esposa Ruth Cardoso (que, mesmo assim, humilhada e submissa, manteve o casamento até sua morte) e também seu padrinho político, Itamar Franco, que levou a mágoa consigo na urna (caixão) -, fala nos telejornais e nos programas eleitorais gratuitos que são calúnias, infâmias e mentiras inventadas pelos adversários.
Se tudo o que tem sido noticiado e falado - inclusive nas mídias sociais - sobre o corrupto, malandro, festeiro, baladeiro, drogado, Aécinho, não fosse verdade, ele deveria processar as pessoas, por calúnia, injúria e difamação. Mas ele não vai à Justiça, porque sabe que será derrotado, e que, ao invés de receber dinheiro, teria que indenizar a terceiros. Ou seja, de autor de Ação na Justiça, o Aécinho passaria a réu em Processo, sendo condenado pelo mesmo motivo de sua reclamação.
Então, com a coragem de Juca Kfouri multiplicada 13 vezes (número que coincide com a data da abolição da escravatura no Brasil, dos brasileiros negros, pardos, brancos, etc. que queremos ver todos livres, inclusive para votar livremente), desafiamos o Aécinho a nos processar na Justiça, por tudo que colocamos neste escrito - que representa um "tiquinho" daquilo que temos conhecimento desse sujeito aético, escroto, imoral, mau-caráter, mequetrefe, néscio, ordinário, safado.

2. “Aécinho do pó”, o candidato dos politicalhos tucanos à Presidência da República
Se for inserido o nome do senador Aécio Neves da Cunha, o Aécinho (PSDB) e a palavra "cocaína" (benzoilmetilecgonina) em um buscador da Internet será encontrado uma infinidade de sítios com matérias que falam que o político peessedebista seria usuário de substâncias ilícitas, especialmente da derivada do arbusto Erythroxylum coca. Usando na pesquisa a expressão “Aécinho do pó”, aparece também uma extensa lista de blogs, sites, etc. com conteúdo relacionado ao playboyzinho tucano.
A imprensa de Minas Gerais e boa parte do povo mineiro sabe que Aécinho Neves teria sido levado diversas vezes, em situação deplorável, a hospital de Belo Horizonte, inclusive com suspeita de overdose de cocaína. Senadores, deputados e funcionários do Congresso Nacional também sabem que o senador Aécinho usa cocaína.
Mas, para tirar (ou esclarecer) qualquer dúvida dos incautos, citamos duas matérias publicadas em dois jornalões - que defendem e trabalham para os candidatos tucanos, em todas as eleições, inclusive na deste ano -, onde o Aécinho é diretamente ou indiretamente acusado de ser usuário de cocaína: (i) “Pó pará, governador?”, texto do “Estadão” (O Estado de S. Paulo), que visava chantagear/desconstruir o então governador mineiro e pré-candidato à presidência da República, Aécio Neves da Cunha (Aécinho), para que desistisse em favor do correligionário José Serra (PSDB), que era o preferido pela cúpula do PSDB, em 2010; (ii) “Drogas pesadas no Brasil, inépcia e ideologia”, artigo de autoria do ex-governador de São Paulo e ex-presidenciável José Serra (PSDB), publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, de 15 de dezembro de 2013. No texto de Serra, estão os termos “inépcia” e “inércia”, que teria a ver com “néscio”, que rima com “Aécio”.
Tendo sido derrotado por Lula (2002) e Dilma (2010), apesar do esforço e da pressão para ser novamente candidato a presidente da República, desta vez, José Serra perdeu a "queda de braço" para Aécinho, que se tornou o candidato dos politicalhos tucanos, das elites aristocráticas e oligárquicas, dos imperialistas estrangeiros e das imprensas conservadoras (aéticas, demagogas, falsas, hipócritas, imorais, mentirosas, parciais). Mas, infelizmente, os eleitores burros, idiotas, imbecis, acreditam nas televisões "Globo" e "Bandeirantes", nos jornalões "O Globo", "Estadão" (O Estado de S. Paulo) e "Folha de S. Paulo", nas revistecas "Época", "Exame", "Isto É" e "Veja" (esta, a mais escrota de todas), e noutros veículos de comunicação corruptos, manipuladores, maquiavélicos, putrefatos, reacionários, safados, sujos, vis, partidaristas.


3. Símbolo da campanha de Aécinho seria uma imitação de cachimbo de crack
Aécinho Neves seria tão fissurado por drogas, que até o símbolo de sua campanha presidencial seria uma imitação de um cachimbo de crack (droga derivada dos restos do refino da cocaína).
O símbolo especial aparece sobre a letra "o", do seu nome, que está cheia (fechada), parecendo uma caixinha de tabaco ou um pote de cocaína ou de outra droga qualquer.
Em alguns materiais de propaganda do Aécinho são utilizadas as cores oficiais do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), azul e amarelo, e noutros a cor branca, inclusive com seu nome nesta cor - com a letra "o" preenchida (sem espaço vazio no meio). A cor branca (da cocaína) seria usada de propósito nos materiais (outdoors e adesivos de veículos), para melhor representar o drogado Aécinho?
Aécinho Neves teve a Carteira de Habilitação apreendida, por estar com o documento vencido e por se recusar a fazer o teste do bafômetro numa Operação Lei Seca na Zona Sul da capital carioca. O vagabundo, que estava no exercício de mandato político, estaria sob o efeito apenas de bebidas alcoólicas, ou teria consumido outras drogas mais pesadas, como, por exemplo, cocaína?
Pela sua aparência na televisão (em telejornais e entrevistas), quase sempre de olhos vermelhos ou vidrados, e pela virulência nos debates, Aécinho estaria usando drogas durante a campanha eleitoral deste ano, como tem feito ao longo de sua vida?
Os peessedebistas adotaram o tucano - ave de bico longo - como símbolo de sua agremiação partidária. E, por acaso, o bico comprido seria para facilitar o cheiramento de droga, como o pó de cocaína?


4. Para ter uma "primeira-dama" (de quadragésima quinta categoria), Aécinho casou-se, em 2013, com uma ex-modelo (ou prostituta?), que seria mulher de malandro
Há um ditado que diz que "mulher de malandro gosta de apanhar". Esse dito popular ilustra perfeitamente o caso do casamento às pressas - após 15 anos de separação - do Aécinho, às vésperas de se tornar candidato à presidência da República, só para ter uma "primeira-dama" (de quadragésima quinta categoria). Aécinho, separado de Andréa Falcão, em 1998 (ano de nascimento do mensalão tucano, em Minas Gerais), passou a utilizar sua filha Gabriela (atualmente maior de idade) para “passar para a população uma imagem de homem de família”. Num dos programas eleitorais gratuitos, Aécinho apareceu em uma sala, falando diante de pessoas de sua família - sua filha, do primeiro casamento, a atual esposa e o casal de gêmeos, que nasceu prematuro (suspeitamos que isso possa ter ocorrido devido a uso de drogas pelos pais) -, que, constrangidos, permaneceram sentados, mudos e calados.
Ressaltamos que a ex-esposa, Andréa Falcão, falou coisas gravíssimas de Aécinho, inclusive que ele teria usado a filha para contrabandear pedras preciosas para os Estados Unidos, entre outros crimes.
Lembramos que Aécinho casou-se com a mesma mulher (modelo ou prostituta?) que apanhou dele em uma festa num hotel de luxo do Rio de Janeiro, diante de pessoas presentes, há alguns anos. Isso mostra que quem apanha do namorado - que vive nas baladas e orgias cariocas - e, depois, se casa com o malandro (por dinheiro), só poderia ser mulher de malandro.
Antigamente modelo era modelo e prostituta era prostituta. Hoje em dia, modelo é prostituta e prostituta é modelo. Sinceramente, não saberíamos responder qual das duas lojas tem mais clientes prostitutas: a Daslu, que vende artigos de luxo (ou lixo?) para as falsas prostitutas ricas, ou a Daspu, que vende artigos nobres das prostitutas pobres. Se você, leitor e eleitor, pensa diferente, o problema é seu!

5. Aécinho diz que, se eleito, levaria para Brasília a experiência adquirida [na corrupção] em Minas Gerais
Aécinho quer levar para Brasília a experiência adquirida em Minas Gerais, inclusive na escola Tancredista de roubalheira. Todo mundo sabe que Aécinho é tão corrupto quanto o seu avô, Tancredo Neves - o presidente eleito pelo voto indireto, que, felizmente, morreu antes de assumir a presidência do Brasil, deixando o cargo para o vice José Sarney -, e seu co-partidário, o ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), que é acusado de ser o chefe da quadrilha do mensalão tucano de Minas Gerais, do qual originou, depois, o mensalão do PT.
Tancredo Neves foi ministro da Justiça e Negócios Interiores, no segundo governo do presidente Getúlio Vargas (1951-1954; que também houvera governado o País, de 1930 a 1945). Enquanto Juscelino Kubitschek era o governador de Minas Gerais (1956-1961), Tancredo foi diretor do Banco do Brasil (1956-1958) e Secretário de Finanças do Estado de Minas Gerais (1958-1960). O avô de Aécinho foi também governador de Minas (1983-1984). Ou seja, Tancredo sempre esteve envolvido na roubalheira dos cofres públicos da República e de Minas Gerais.
Foi na escola Tancrediana de roubalheira, portanto, que Aécinho aprendeu as táticas e técnicas de assalto aos cofres públicos. Por isso, que o Aécinho Neves diz que está preparado para governar o Brasil, para se locupletar mais ainda e ajudar a quadrilha de elementos mais politicalhos, mais salafrários, mais desonestos, mais bandidos a enriquecer ilicitamente, desviando dinheiro dos cofres públicos do Brasil, do povo brasileiro. Tão importante quanto destacar o enriquecimento ilícito dos irmãos Andréa e Aécinho Neves, se faz necessário ressaltar que este foi eleito governador, nas urnas, mas quem governou de fato Minas Gerais foi sua irmã, que tem domínio sobre o sujeitinho à toa. E caso o drogado Aécinho fosse eleito presidente da República, quem governaria o Brasil também seria sua irmã Andréa Neves da Cunha, a Andréa Neves, que não seria apenas conselheira do irmão, mas, sim, quem manda no malandro, vagabundo, irresponsável, que vive nas baladas e festas do Rio Janeiro.
O povo brasileiro não merece outro presidente corrupto das terras de Minas Gerais. O Brasil não pode ter um presidente malandro, vagabundo, sem-vergonha, drogado, como Aécinho Neves.


6. Por que será que o Aécinho Neves nunca cita o nome do pai em campanhas eleitorais?
Interessante observar que o candidato tucano, Aécio Neves da Cunha, o Aécinho (PSDB), fala o tempo todo do seu avô, Tancredo Neves, mas nunca cita o nome do seu pai, o também político mineiro Aécio Ferreira da Cunha, que foi deputado estadual, entre 1955 e 1963, e deputado federal, entre 1963 e 1987. Aécio (pai, já falecido) era filho do importante político mineiro, Tristão da Cunha - que assumiu a Secretaria de Agricultura, Indústria, Comércio e Trabalho no governo de Juscelino Kubitschek -, e foi casado com Inês Maria, filha de Tancredo, que não lhe apoiou politicamente.
Ao término de seu oitavo mandato legislativo, em 1986, Aécio Cunha (pai) foi candidato a vice-governador de Minas Gerais na chapa de Itamar Franco. Em 1988, Aécio Cunha (pai) foi nomeado ministro do Tribunal de Contas da União pelo presidente José Sarney, mas, por razões pessoais, declinou do cargo, numa atitude surpreendente, pela importância da função, mas muito elogiada pela dignidade moral do gesto.
Na presidência de Itamar Franco, Aécio Cunha (pai) foi nomeado presidente do Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, posteriormente, conselheiro de Furnas Centrais Elétricas e da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), onde permaneceu até seu falecimento.
Será que Aécinho teria sido muito arteiro na infância e teria iniciado na droga muito jovem, tendo, por isso, levado umas surras de cinta ou de vara de marmelo do pai - que, talvez, tenha sido o único cidadão e político correto, honesto, ilibado, das famílias Cunha e Neves -, e guardado ódio eterno pelo seu progenitor? Que outra razão poderia explicar a ignorância do drogado Aécinho Neves?

7. Roubalheira dos políticos mineiros durante a construção de Brasília
Pessoas que trabalharam na construção de Brasília - a terceira Capital do Brasil - e moradores mais antigos da capital de Minas Gerais, Belo Horizonte - também conhecida como "Capital das Alterosas" - falam da roubalheira que ocorrera durante a execução do projeto da cidade mais moderna das "Terras Brasilianas". O dinheiro gasto na construção de Brasília daria para fazer, pelo menos, três cidades do mesmo tamanho e com a mesma infraestrutura. Ou seja, como acontece em quase todas (ou todas) as obras públicas, houve muita roubalheira na capital Candanga. Vários prédios teriam sido construídos na Capital mineira com barras de aço (ferro) e outros materiais de construção desviados de Brasília.
O presidente da República, na época da construção de Brasília, era o político mineiro Juscelino Kubitschek (1956-1961), que fora também prefeito nomeado de Belo Horizonte (1940-1945) e governador de Minas Gerais (1951-1955). Juscelino era amigo do mineiro José Maria Alkmin - que era primo de sua esposa (de JK) e que foi seu ministro da Fazenda - e de Tancredo Neves (avô do drogado Aécinho). Como se pode observar, a relação política entre os Kubitschek, os Alkmin e os Neves vem de longa data, assim como a roubalheira dos cofres públicos pelos quadrilheiros.

8. Aécinho e os amigos da família Perrella e do partido Solidariedade (SDD ou SD)
O ex-governador e atual senador Aécio Neves da Cunha, o Aécinho (PSDB-MG) é o candidato tucano à presidência da República - com o número 45, que equivale a 10% de 450, que seria o peso, em quilogramas, da carga de cocaína apreendida no helicóptero dos amicíssimos do Aécinho: o senador de Minas Gerais e ex-presidente do time de futebol Cruzeiro (MG), José Perrella de Oliveira Costa, o Zezé Perrella (ex-PFL, agora no PDT-MG) – que, como suplente, herdou mais de sete anos de mandato do ex-senador Itamar Franco (PPS-MG), que faleceu em julho de 2011 – e o seu filho, o deputado estadual Gustavo Henrique Perrella (SDD-MG).
Deve ser por isso que os elementos do partido Solidariedade - a agremiação política mais falsa de todos os partidos tupiniquins, a única que tem duas siglas, SDD e SD, ambas formadas apenas por consoantes de uma única palavra (uma aberração ortográfica da língua portuguesa) -, incluindo o drogado Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força) e outros políticos fisiológicos, malandros, que usam o dinheiro tomado dos trabalhadores brasileiros para se promoverem politicamente, se abraçaram com o drogado Aécinho Neves.
Paulinho da Força e seu bando são os sindicalistas (da Força Sindical) mais falsos, mais hipócritas, mais sem-vergonhas do Brasil, que todo ano, no dia do trabalhador (1º de maio), distribuem algumas dezenas de fornos elétricos, televisões, bicicletas, duas ou três motocicletas e um automóvel - que ganham de patrocinadores - para fazer média com os trabalhadores otários, que têm sido traídos pelos vagabundos, que se bandearam para o lado do Aécinho (PSDB), que é do mesmo partido do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), cujo governo mais prejudicou os trabalhadores (com achatamento do Salário Mínimo e com altíssimas taxas de desemprego) e os aposentados brasileiros (com a criação do Fator Previdenciário, que reduziu drasticamente os benefícios).
Os políticos do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e do partido Solidariedade (SDD e SD) são muito solidários, seja na política, na roubalheira, no fisiologismo (venda de apoio político por dinheiro ou por cargos no governo e em órgãos públicos), ou - pasmem! - na questão da droga.

9. O drogado Aécinho critica a entrada de drogas pelas fronteiras do Brasil?
Igualzinho ao que fizeram os candidatos derrotados José Serra (2002 e 2010) e Geraldo Alckmin (2006), nas campanhas presidenciais anteriores, o drogado Aécinho critica a entrada de drogas pelas fronteiras do Brasil.
Nem Fernando Henrique Cardoso (PSDB), nem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem Dilma Rousseff (PT) e nem nenhum governo brasileiro anterior conseguiu controlar as fronteiras do Brasil, seja quanto à passagem de veículos roubados, a contrabando de mercadorias, a tráfico de drogas, ou passagem de qualquer outra coisa. E nenhum governo conseguirá controlar eficientemente as extensas fronteiras do Brasil, mesmo que coloque o Exército inteiro só para fazer isso.

10. Trajeto do helicóptero do pó dos amigos do Aécinho Neves passa só por territórios dos governadores tucanos
Queremos lembrar ao eleitorado mineiro e brasileiro - que não é burro, como pensa o Aécinho abilolado - que o helicóptero da família Perrella, com 450 Kg de pó de cocaína, foi abastecido em Minas Gerais - Estado onde foi construído um aeroporto com dinheiro público, em terras de parentes do corrupto Tancredo Neves e seu netinho, Aécinho (doidinho da cabeça e de olhos vidradinhos) -, antes de chegar na fazenda, em Afonso Cláudio, no Estado do Espírito Santo, onde foi apreendido pela Polícia Federal.
O helicóptero dos Perrella, amigos do drogado Aécinho, partiu do Paraguai - um dos países cuja fronteira o presidenciável tucano diz não ser protegida (ele e seus amigos traficantes querem que assim permaneça) -, passando, sucessivamente, por três estados governados por políticos peessedebistas, antes de chegar ao Espírito Santo: (i) pelo Estado do Paraná, governado por Carlos Alberto Richa (Beto Richa, PSDB), que foi reeleito no primeiro turno; (ii) pelo Estado de São Paulo (onde a cocaína foi descarregada numa fazenda, com a aeronave (sem a droga) pernoitando no Campo de Marte, na Capital paulista, sendo recarregada no dia seguinte, sem que ninguém da polícia paulista e federal desconfiasse de nada?), governado por Geraldo Alckmin (PSDB), que também foi reeleito no primeiro turno; e (iii) Minas Gerais, governado por Antônio Anastasia (PSDB), sucessor de Aécio Neves da Cunha, o Aécinho.
Por esses e outros fatos, tem gente decantando que campanhas políticas do PSDB seriam financiadas com dinheiro do tráfico de drogas. Daí surgiu até um refrão: “Sou brasileiro e não me engano. A cocaína financia os tucanos.”

11. Aecinho é ajudado pelo pastor-candidato a presidente mais burro da história política brasileira
Burro é o animal que trabalha para os outros a troco de capim ou de algo um pouco melhor. O pastor Everaldo fez o papel de burro - imitando o animal que teria protegido Jesus Cristo, na manjedoura - nas eleições de 2014. O burro, quer dizer, o pastor Everaldo não estava preocupado com a sua eleição, uma vez que passou o tempo todo da campanha eleitoral atacando a presidente-candidata Dilma Rousseff, enquanto ajudava, bajulava, elogiava, ou seja, puxava o saco (deve ter ficado com a língua roxa, ou branca, de cocaína) do candidato corrupto, vagabundo, drogado, Aécinho.
O povo brasileiro gostaria de saber quanto dinheiro o pastor (que pasta?) Everaldo levou, para fazer campanha para o Aécinho, ao invés de buscar voto para si próprio. Por acaso, a sigla PSC significaria "Politiqueiro Safado e Corrupto"? O eleitorado deu, nas urnas, a resposta ao pastor-candidato mais analfabeto, mais ignorante, mais asno da história política brasileira, que nunca, jamais, será eleito presidente da República Federativa do Brasil.

12. Grande parte dos eleitores de Pernambuco é tão burro, idiota, imbecil, quanto a maioria do eleitorado dos estados do Paraná e de São Paulo, onde os governadores tucanos foram reeleitos
No portal do iG, nesta quinta-feira (23), havia uma matéria intitulada "2º turno testa força do PSB e da família de Campos em Pernambuco". Esse título ficaria perfeito, se no lugar da palavra "família" estivesse o termo "quadrilha".
Se Eduardo Campos não tivesse partido (merecidamente) para os quintos, o seu candidato a governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), teria sofrido uma derrota fragorosa, igual ao que aconteceu com Pimenta da Veiga (PSDB), o candidato ao cargo de Governador de Minas Gerais, apoiado pelo presidenciável vagabundo, Aécinho Neves.
Pelo resultado das urnas, ficou demonstrado que grande parte dos eleitores pernambucanos é tão burro, idiota, imbecil, quanto a maioria do eleitorado dos estados do Paraná e de São Paulo, onde os governadores tucanos foram reeleitos - que, no primeiro momento, também se comoveu com a morte trágica de Eduardo Campos, devido ao noticiário espetaculoso da grande mídia nacional, falando intensivamente do acidente do avião clandestino que caiu no Litoral paulista e do velório do político corrupto - que era o líder do bando de politiqueiros safardanas e bandidos do Nordeste e do Brasil, mostrando inclusive imagens de Marina demonstrando "felicidade" ao lado da urna (caixão) do defunto mais badalado desde o desaparecimento do safado Tancredo Neves.
A derrota de Marina Silva, ainda no primeiro turno, mostrou que o eleitorado brasileiro é mais esperto que muita gente pensa. Marina suicidou-se politicamente por duas vezes nestas eleições: primeiro, por ter se ajuntado a Eduardo Campos, o chefe da quadrilha de salteadores (afanadores) dos cofres publicos dos estados de Pernambuco e Alagoas; e segundo, ao dar apoio ao drogado Aécinho Neves (PSDB), o candidato da organização criminosa de elementos mais politicalhos, mais salafrários, mais desonestos, mais bandidos, que mais tem prejudicado o Brasil e o povo brasileiro, seja na esfera Federal, como aconteceu no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), seja nos estados e municípios onde eles assaltam desavergonhadamente os cofres públicos, com a conivência da grande imprensa nacional, que os acoberta e os protege.

13. Petrobrax e o legado dos defuntos do PSDB
Assim como Sérgio Roberto Vieira da Motta, o Sérgio Motta (já falecido), braço direito de Fernando Henrique Cardoso (FHC) e seu ministro das Comunicações, o legado de Severino Sérgio Estelita Guerra, o Sérgio Guerra (morto recentemente) seria o mesmo daquele. Ou seja, ambos - como qualquer cacique vigarista da agremiação de politicalhos salafrários, desonestos, bandidos - deixaram legados de expertise de corrupção, de roubalheira, de assalto aos cofres públicos. Isso se tem verificado nas "administrações" (da roubalheira) do PSDB na presidência da República (de FHC), nos governos estaduais (sobretudo de São Paulo, onde, com a reeleição de Geraldo Alkmim, os peessedebistas irão completar 24 anos consecutivos de assalto aos cofres públicos), e nos governos municipais pelo Brasil afora, incluindo sua participação no escândalo recente da Petrobras.
Ressaltamos que o nome da maior empresa brasileira - que está entre as maiores do Mundo - sempre foi e sempre deverá ser Petrobras - patrimônio do Brasil e do povo brasileiro, e não de capitalistas e imperialistas estrangeiros, como queria (ou quer) a quadrilha do PSDB - que poderia chamar-se PXDB, para lembrar da Petrobrax, que a organização criminosa peessedebista queria (ou quer) privatizar a todo custo.
Nestas eleições, o atucanado Aécinho Neves (PSDB) disse que, se eleito, iria profissionalizar a administração da Petrobras. Acreditamos que o presidenciável corrupto, vagabundo, sem-vergonha, realmente colocará indivíduos profissionais na Petrobras e nas demais estatais do Brasil. Essa seria a única verdade que o Aécinho Neves teria falado durante toda a campanha eleitoral.
Afinal, os politicalhos do PSDB e os seus aliados são os corruptos e ladrões mais profissionais nas técnicas de assalto aos cofres públicos, como se tem verificado no mensalão tucano de Minas Gerais, no mensalão do DEM (do qual os tucanos são cúmplices), no escândalo do Paulo Preto (desvios de dinheiro da estatal Dersa), do trensalão (roubalheira em São Paulo), e, inclusive, no recente escândalo da Petrobras, que os peessedebistas e a grande impressa porca, podre, putrefata, tanto tem falado ultimamente.

14. Participação de atores, cantores, atletas e treinadores na campanha de Aécinho Neves
Atletas alienados, ingênuos, inocentes (ou imbecis?), também apoiam o drogado Aécinho Neves. Não é de se admirar que um ex-jogador mau-caráter, como o Ronaldo Nazário - o fenômeno travequeiro do abestalhado Galvão Bueno - esteja apoiando o Aécinho Neves. Afinal, ambos adoram as baladas e orgias do Rio de Janeiro. Também não causa surpresa, um sujeito, como o Romário, que pensa ser o dono da verdade, mas que não passa de um ignorante, desqualificado, desestruturado, que perdeu grande parte da fortuna que ganhou como jogador de futebol em negócios errados e em processos na Justiça, estar apoiando um candidato mau-caráter como Aécinho.
Não dá para entender, porém, como que um atleta excepcional e cidadão de conduta exemplar, como Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como Zico, estaria apoiando o sem-vergonha do Aécinho. Zico manchou a sua biografia e decepcionou a grande nação rubro-negra e a torcida brasileira que gostava dele. O ex-jogador de voleibol, Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, que seria um dos melhores treinadores de vôlei do mundo, e outros atletas profissionais teriam feito uma opção equivocada, ao apoiar o drogado Aécinho, ou estariam mostrando o seu verdadeiro mau-caratismo.
Quem não sabe que a Rede Globo obriga seus atores e atrizes lacaios, alienados, idiotas, a fazer campanha política para os candidatos preferidos da Vênus Platinada. E as cantoras e cantores abestalhados, que têm que pagar jabaculê (jaba; propina) para que suas músicas toquem nas rádios e para que eles possam aparecer na televisão, decantam a "musiquinha" da campanha do tucano Aécinho Neves, para que possam aparecer na televisão.
Que coisa feia fazem esses artistas panacas, pervertidos, prostituídos, que vendem sua alma (dignidade) por um preço tão baixo. Mas não seria de se espantar, afinal, muitos artistas (mulheres e homens) passam pelo "teste do sofá" - que seria algo corriqueiro que acontece nos escaninhos dos veículos midiáticos - para ficar famoso.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.

sábado, setembro 20, 2014

ELEITOR BURRO, IDIOTA, IMBECIL, VOTA ERRADO

BURRO VOTA PELAS PESQUISAS
IDIOTA VOTA EM MARIONETE
IMBECIL VOTA EM NÉSCIO
ELEITOR CONSCIENTE E INTELIGENTE
VOTA A FAVOR DO BRASIL


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[DL, 20 e 21/09/2014, p. 3]

quarta-feira, junho 11, 2014

Quem não apoia a Copa está contra o Brasil e o povo brasileiro!

Apesar das vantagens proporcionadas a qualquer nação que sedie e organize a Copa do Mundo de Futebol, a mídia tradicional e algumas pessoas impatriotas, inconsequentes, irresponsáveis têm se manifestado contra a Copa no Brasil, inclusive com arruaça e violência.
Com interesses escusos, mesquinhos, vis, a maioria dos (senão todos os) veículos da grande imprensa nacional faz jogo sujo, rasteiro, velhaco. Não tem sido diferente em relação ao Campeonato Mundial de Futebol, que será realizado pela segunda vez no Brasil.
Os tubarões midiáticos, agressivos, criminosos, prepotentes, safardanas, não se importam com a desgraça que pode ocorrer durante a Copa do Mundo de 2014, caso se repitam as ações intempestivas dos "black blocks" e demais elementos bandidos, baderneiros, vândalos, como fizeram em meados do ano passado enquanto acontecia a Copa das Confederações.
O movimento terrorista "Não vai ter copa" – criado por gente impatriota, retrógrada, maligna – vem sendo estimulado pela mídia mau-caráter, destrutiva, mal intencionada. Os barões da imprensa burguesa, golpista, reacionária, sabotadora, que torcem contra o Brasil, não estão preocupados com os prejuízos que causam ao país e ao povo brasileiro.
Pelo que se vê no noticiário da mídia de direita, fascista, nefasta, perversa, parece que a Copa do Mundo não traz nada de positivo para a economia e a população brasileira. As imprensas demagogas, hipócritas, inescrupulosas, sorrateiras falam que os custos da Copa são exorbitantes e minimizam ou ignoram as vantagens para a nossa nação.
Comparado com os gastos de Sochi 2014 – os Jogos Olímpicos de Inverno da Rússia –, os investimentos do Governo federal no Mundial de Futebol não são tão elevados quanto querem fazer crer os manipuladores maquiavélicos da imprensa marrom. O custo da Olimpíada de Sochi, da ordem de R$ 120 bilhões (cerca de US$ 50 bilhões), equivale a quatro vezes o da Copa do Mundo 2014, cujo valor deve chegar a R$ 30 bilhões. Sendo R$ 8 bilhões investidos em estádios, e o restante em mobilidade urbana, portos, aeroportos, turismo, telecomunicações e segurança.
Igualmente a outros grandes eventos – como as Olimpíadas, que o Brasil sediará em 2016 –, o Campeonato Mundial incrementa sim, e muito, as atividades e a economia brasileiras. Pelos cálculos da Ernst & Young e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o retorno à sociedade brasileira, entre benefícios imediatos e futuros, deve ultrapassar em cinco vezes o valor dos investimentos. Além da grande oportunidade de mostrar as qualidades e valorizar a imagem do país internacionalmente.
Então, se o Brasil pôde sediar uma Copa do Mundo de Futebol há 64 anos atrás, naqueles tempos bem mais difíceis, por que não haveria de ter capacidade de fazê-lo novamente agora? O país tinha, naquela época (1950), e tem hoje (2014) plenas condições de sediar e organizar uma excelente Copa do Mundo, mesmo com as críticas e as sabotagens de muita gente, principalmente da grande imprensa e dos oposicionistas impatrióticos. Quem não apoia a Copa está contra o Brasil e o povo brasileiro.
A nação brasileira de bem certamente torcerá para a Seleção Brasileira conquistar o título da Copa do Mundo no nosso país. A torcida a favor do Brasil quer ver a seleção Canarinho levantar a taça pela sexta vez no Campeonato Mundial de Futebol, que é o maior evento esportivo do "Planeta Azul".
Ressalta-se, aliás, que independentemente de vitória ou derrota, ganhando ou perdendo a "Copa das Copas", pelos resultados positivos proporcionados pela realização da Copa do Mundo, o Brasil e o povo brasileiro já são vitoriosos.
Neste momento que antecede a Copa Mundial (e as eleições), a grande mídia tupiniquim está falando (de forma subliminar) que "somos todos um só". Mas não somos todos um só néscio (drogado), como quer a imprensa conservadora, despudorada, manipuladora, corrompida, partidarista.
Os bons torcedores (eleitores), conscientes, criteriosos, sensatos, torcerão pela vitória da nossa Seleção e saberão escolher a melhor opção em 5 de outubro de 2014. O povo heroico, guerreiro, lutador desta terra adorada haverá de dar a resposta merecida a essa gentalha do "quanto pior, melhor", que torce contra o Brasil.
Quem não apoia a Copa torce contra o Brasil. Mas quem é patriota não torce contra o Brasil, não quer a desgraça da pátria amada e do querido povo brasileiro. Bom seria se todos os filhos da mãe gentil do Novo Mundo, concidadãos deste solo verde e amarelo, apoiassem a Copa e torcessem unidos a favor do Brasil.
Apesar dos oposicionistas e sabotadores, queiram ou não queiram, vai ter Copa! Ordem e Progresso e Paz no presente e no futuro! Viva o Brasil!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 11/06/2014, p. 16]

quinta-feira, outubro 03, 2013

Julgamento político da Ação Penal 470

Estamos vendo outra vez a forte atuação do "Partido da Imprensa Golpista" (PIG, que significa porco ou porcalhão, em inglês). E das trevas da Suprema Corte do Brasil exala o cheiro do golpe jurídico-midiático.
Todo mundo sabe que aconteceu o mensalão tucano (tucanoduto), também conhecido por mensalão de Minas Gerais (valerioduto), por lá ter sido iniciado pelo então governador mineiro e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), para arranjar dinheiro inclusive para a campanha de FHC. Todo mundo sabe também do escândalo da compra de um sem-número de deputados (falou-se em bem mais de 100 – por só R$ 200 mil por cabeça?) para votar a favor da emenda constitucional que instituiu a reeleição, para que Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pudesse ser reeleito presidente da República. E sabemos todos que o governo de FHC foi marcado por privatizações criminosas – com corrupção e favorecimento a cupinchas e compadres empresários –, que dilapidou o patrimônio público do Brasil, do povo brasileiro.
Vale lembrar ainda que, além do escândalo tucano do Paulo Preto, sobre roubalheira no governo de São Paulo, os peessedebistas foram cúmplices do mensalão do DEM, no Distrito Federal, que derrubaria o governador José Roberto Arruda (ex-DEM), após ser preso em fevereiro de 2010, dentre outros atos condenáveis e crimes cometidos pelo bando tucano e seus comparsas.
Apesar da corrupção estratosférica da organização criminosa dos partidários, asseclas e conluiados de FHC, protagonistas da maior rapinagem da história deste país, a mídia vendida e a Justiça injusta tupiniquim acobertam ou ignoram seus crimes.
E o caso da longa prática de cartel em licitações milionárias da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e do Metrô de São Paulo, nos governos paulistas do PSDB (1995-2014?) – de Mário Covas, de Geraldo Alckmin e de José Serra –, com mais um tucanoduto (propinoduto tucano), conhecido por "tremsalão", conforme denunciado recentemente pela multinacional alemã Siemens, também vai ser esquecido pela grande imprensa e a Justiça brasileira?
Mesmo com tantos desvios de dinheiro dos cofres públicos pela quadrilha de assaltantes peessedebistas e outros corruptistas, roubistas e falcatruistas aliados, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ao falar da Ação Penal 470 – o inquérito do mensalão petista –, ainda teve a cara de pau de dizer, na sexta-feira 13 (coincidentemente, o número do PT) do mês de setembro, que "não há crime sem castigo". Se os mensaleiros (sujeitos corruptos) da trupe do ex-todo-poderoso FHC fossem investigados, julgados e condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o povo brasileiro realmente poderia acreditar que todos os políticos criminosos seriam castigados.
E se todos os políticos corruptos/criminosos deste país, sem exceção, fossem condenados e enjaulados na cadeia, o ex-mandachuva Fernando Henrique Cardoso e sua quadrilha de malfeitores estariam vendo o sol nascer quadrado. Caso estivesse cumprindo prisão em regime fechado, o politiqueiro cínico, falso, mentiroso, traidor, ingrato Fernando Henrique (que o diria o ex-presidente Itamar Franco, se vivo estivesse) não falaria que "ficar apenas dormindo na cadeia ou passar o tempo inteiro na cadeia" não seria "uma questão transcendental".
Se os elementos dessa quadrilha de políticos salafrários, desonestos, bandidos estivessem incluídos entre os réus da Ação Penal 470 (mensalão), determinados ministros do STF provavelmente votariam diferente.
Foram necessárias (?) três sessões para que todos os 11 (onze) ministros da Suprema Corte proferissem suas decisões sobre a questão dos embargos infringentes. A segunda sessão (12/09) foi encerrada pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, no momento em que a votação estava empatada em 5 a 5. Havia, então (antes do voto do último magistrado), cinco votos a favor e cinco contrários ao amplo direito de defesa aos réus da Ação Penal 470.
O suspense provocado por Barbosa, protelando a decisão final do Supremo por mais uma semana, suscitou suspeitas de que a manobra teria propósito escuso. A procrastinação (adiamento) do "voto final" serviria, no mínimo, para colocar Celso de Mello – o último magistrado a votar – sob pressão da mídia e da opinião pública, como de fato ocorreria.
Como haveria de ser, na terceira e última sessão (18/09) dessa etapa do julgamento da Ação Penal 470, o decano Celso de Mello – que fora impedido de proferir sua decisão na sessão de 12 de setembro –, sem deixar-se influenciar por forças externas, votou de acordo com seu próprio juízo e entendimento legal, conforme havia indicado no início do julgamento (agosto de 2012). Ele fez o "desempate" da votação, que garantiu, enfim, o direito a um novo julgamento para metade dos réus do processo do mensalão do PT. Com o voto do ministro mais antigo do STF, o resultado final foi de 6 a 5, em favor dos embargos infringentes.
Vale ressaltar que se todos os ministros do STF tomassem decisão racional baseada nas normas e em critérios justos, não poderia ocorrer empate de 5 a 5 no placar parcial da votação da questão dos embargos infringentes. Ficou evidente que a decisão de alguns magistrados do Supremo teria sido eminentemente política.
Verifica-se, pois, que nesse julgamento duvidoso do Supremo, os fatos, as provas (ou falta/inexistência delas) e os recursos apresentados pela defesa dos réus do Mensalão são elementos secundários. A interferência e a pressão da "grande mídia" e da "opinião pública" (leia-se a imprensa e a elite conservadoras) fazem da Ação Penal 470 um julgamento espetaculoso, onde certos ministros (do STF) estariam mais preocupados com os noticiários e em satisfazer a interesses alheios do que com a aplicação de princípios legais, éticos, morais. E ainda dizem que vivenciamos um Estado democrático de Direito.
Pode-se dizer, portanto, que em razão de espuriedade e parcialidade, a Ação Penal 470 não passa de um julgamento político. Para ser uma AÇÃO correta, teriam que investigar, julgar e condenar todos os políticos ímprobos, corruptos, criminosos, de todas as agremiações políticas. Não só apenar (punir) membros de um partido ou os de um lado, notadamente os não simpáticos à elite hipócrita, sórdida, podre e à mídia despudorada, manipuladora, corrompida.
Pelo visto, enquanto só alguns malfeitores são apenados, a elite dominante e a "intelectualidade" podem roubar à vontade, que seus crimes ficam impunes. É dessa forma que se faz (in)justiça no reino da democracia e do capitalismo neoliberal dos pseudomoralistas e demagogos das elites aristocráticas e oligárquicas.
Podemos imaginar o estardalhaço da direita midiática, se ao invés do decano Celso de Mello fosse um ministro nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou um magistrado "novato" indicado pela presidente Dilma Rousseff (PT), quem tivesse "desempatado" a polêmica votação do STF, decidindo a favor dos embargos infringentes no processo do mensalão. [O jurista indicado pelo presidente da República para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal deve ser sabatinado e aprovado pelo Senado Federal.]
Se não houvesse os holofotes da mídia nacional, ministros pseudodefensores da lei e da justiça certamente não teatralizariam no palco da Suprema Corte. Sem a exposição midiática exagerada, não haveria tanta discussão pessoal (alta baixaria) e tanto discurso teatral para a plateia da corte suprema (ou circo?) da (in)justiça brasileira. Se haveria algo positivo, por outro lado, a transmissão, ao vivo, dos julgamentos contribui para a banalização (ou seria bananização?) do Supremo.
O que a nação brasileira pode esperar da Justiça, se membros do STF (Supremo Tribunal Federal) – o tribunal máximo do Brasil – atuam, por vezes, para favorecer amigos ou satisfazer interesses da classe dominante!
Mas o povo brasileiro não quer julgamento político – como se verifica no caso da Ação Penal 470 –, com penalização só de alguns poucos, como sempre tem acontecido. A população brasileira gostaria que só houvesse agentes da lei e julgamentos direitos, corretos, sérios, justos nos fóruns e cortes de justiça do Brasil.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 03/10/2013, p. T20]

domingo, abril 21, 2013

Racismo e homofobia, e arrogância e prepotência


Mesmo com um histórico de declarações homofóbicas e racistas, o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, no dia 7 de março deste ano.
Desde então, o deputado-pastor é alvo de protestos e de acusações de movimentos sociais, que pedem a sua saída do cargo.
Além da contestação dos manifestantes brasileiros, personalidades estrangeiras também apóiam o movimento contra o deputadinho-pastorzinho mau-caráter.
É lamentável que um sujeito arrogante e prepotente, com tamanha pobreza de espírito e totalmente despreparado tenha sido conduzido pelos seus pares ao cargo de presidente da CDHM.
Deve haver algum deputado ou deputada federal competente – que não seja babaca, idiota, pateta – que possa bem conduzir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da forma que interessa à sociedade brasileira.
Além de defenestrar o deputadinho-pastorzinho desqualificado da presidência da CDHM, o quê que o povo brasileiro deveria fazer com os políticos sem-vergonha que lá o colocaram?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.


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Deve existir algum movimento evangélico sério

Por todos os cantos do país está inçado de igrejas suspeitas – principalmente dessas que surgiram nos últimos tempos – comandadas por pregadores estelionatários, enganadores, golpistas, picaretas, trapaceiros, vigaristas.
Infelizmente, há bastantes pessoas alienadas, enganadas, iludidas, trouxas que dão muito dinheiro para os falsos profetas e exploradores da fé popular.
Mesmo em um Estado que se diz laico, como o Brasil, existem políticos sacripantas calhordas que usam a religião para ofender a honra e a dignidade das pessoas, e valem-se ainda de argumentos bíblicos infundados para justificar seus atos preconceituosos e racistas.
Se o cidadão, o sacerdote e o deputado são uma só pessoa (sem apologia à trindade bíblica), não haveria diferenciação com relação à sua conduta, independente do lugar em que se encontre, seja na rua, na igreja, na Câmara dos Deputados ou em quaisquer outros lugares públicos ou não.
É lamentável a pobreza de espírito de um deputado evangélico pseudomoralista, que seria contrário à criminalização da homofobia. Só faltava ao deputado-pastor fundamentalista falastrão defender a descriminalização do estelionato, do estupro, do homicídio.
Um indivíduo arrogante que, além de sua religiosidade preconceituosa, carrega na alma o ódio e cultua o espírito de vingança, não pode exercer um cargo político, nem como representante do povo na esfera federal e nem muito menos presidir uma instituição como a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), que deveria defender a liberdade e a felicidade dos cidadãos mais desprotegidos da sociedade brasileira.
Será que a Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos (FBDH), sediada em Salvador (BA) – que, apesar de inúmeras manifestações e protestos em diversas cidades brasileiras contra o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP), após ter ele assumido a presidência da CDHM da Câmara dos Deputados, homenageou-o com diploma de defensor dos Direitos Humanos (com erro no nome: consta "Marcos" no documento) –, possui credibilidade e realmente se preocupa com a "defesa das minorias, grupos vulneráveis e a política de tolerância religiosa"?
Vale destacar que Elizeu Simões Fagundes Rosa, chefe supremo da entidade que “diplomou” Marco Feliciano, era o presidente do Conselho Federal de Direitos Humanos (CFDH), sediado no Distrito Federal, entidade esta que, em 2009, foi fechada pela Polícia Federal devido a prática de atividades ilegais, inclusive estelionato.
Além de ter sido investigado e indiciado pela Polícia Federal em vários inquéritos, Elizeu Rosa, que atuava como pastor evangélico, foi denunciado tempos atrás por estupro de uma adolescente, em Itamaraju (BA).
A julgar pela conduta do amigo e co-partidário signatário do “diploma” de Feliciano, pode-se inferir razão importante do provérbio popular que diz: “Diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és”.
O prepotente deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) – que como pessoa, pastor e político nunca antes se preocupou com os pobres nem com os menores violentados sexualmente, como ele próprio declarou a uma revista de circulação nacional – deveria largar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, pegar sua trouxa e partir para o quinto dos infernos.
Apesar de o fanatismo de radicalismo religioso intolerante persistir em (quase) todas as igrejas, acreditamos que deve existir algum movimento evangélico sério preocupado em promover e defender os direitos humanos em nossa Pátria amada e idolatrada.
Todos os crentes, de todas as religiões, e não-crentes devem entender que as pessoas têm direito à liberdade e à felicidade. Que a paz e o amor estejam na alma dos brasileiros e brasileiras de boa fé (crença) e de boa-fé (conduta).
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 20 e 21/04/2013, p. T28]

quinta-feira, agosto 30, 2012

domingo, junho 12, 2011

Burrice da imprensa futebolística

No primeiro decênio de existência (1976-1985), o Joinville Esporte Clube (JEC) conquistou nove títulos estaduais, só não obtendo êxito em 1977, ano em que a Associação Chapecoense de Futebol (ACF) levou pela primeira vez a taça do Campeonato Catarinense.
Não obstante, durante a transmissão do jogo decisivo do Campeonato Catarinense, em 15 de maio deste ano, entre a Chapecoense e o Criciúma, no Estádio Regional Índio Condá, em vez de citar o título de 1977, o narrador da RBS-TV disse, erroneamente, que o time de Chapecó teria ganhado a primeira taça em 1993. O Criciúma Esporte Clube é que foi o campeão de 1993.
Considerando que é difícil (ou impossível) uma pessoa saber tudo sobre futebol, e que possa ter havido um erro de anotação, essa falha do narrador seria perdoável.
Todavia, não se pode admitir que, a exemplo de uns quantos profissionais desatinados da mídia esportiva brasileira, o narrador da TV sulista fale – como disse na hora do jogo final – que a Chapecoense, por ter feito melhor campanha, teria a vantagem de jogar por dois resultados iguais nas finais do Catarinense de 2011.
Se ao invés de sofrer uma derrota no primeiro jogo por 1 a 0, no Estádio Heriberto Hülse, e obter uma vitória no segundo, por idêntico resultado, em casa, a equipe de Chapecó tivesse perdido ambos os jogos das finais pelo placar mínimo (1x0) – que seriam dois resultados iguais – ou por qualquer outro escore adverso, teria sido campeã? Evidente que não! Porque se houvesse duas derrotas do Verdão do Oeste, por resultados iguais ou não, o título seria do time de Criciúma.
Com o título estadual deste ano, a Chapecoense conquistou quatro vezes o Campeonato Catarinense de Futebol: 1977, 1996, 2007 e 2011.
Então, apesar de já anteriormente termos falado de impróprio (e inconsistente) dito, queríamos mais uma vez ressaltar que a expressão "vantagem de dois resultados iguais" é uma burrice futebolística, que tem sido inadvertidamente propalada pela imprensa escrita, falada e televisionada.
Como se tem observado na mídia futebolística catarinense e nacional, falar bobagens não seria privilégio só do locutor (narrador, apresentador) Galvão Bueno e de um colega (ou discípulo?) seu, que é ex-jogador de futebol e comentarista novato da TV Globo.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 31/05/2011, p. T20]

sexta-feira, outubro 29, 2010

Campanha política suja

Este ano as campanhas políticas têm sido abomináveis, deploráveis, repugnantes. Vejamos alguns casos de como funciona a campanha política suja, escrota, nojenta, de baixo nível no Brasil:

1. Sem-vergonhice da TV Globo:
Quem assistiu com atenção ao Jornal Nacional (JN), de 18 de outubro, percebeu claramente a atitude vergonhosa da TV Globo, ao mostrar-se parcial e tendenciosa, como se tem verificado em todas as eleições.
Pois ao apresentar o "dia" dos candidatos, mais uma vez o JN mostrou bastante o candidato José Serra (PSDB) fazendo e falando da campanha, parecendo que estava no horário eleitoral "gratuito", e apenas citou o nome da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), sem mostrar sequer sua imagem, dizendo, mentirosamente, que ela não teria aparecido em ato político naquele dia.
Quando acontece algum problema relacionado a petistas, a TV Globo passa dias ou semanas martelando e repercutindo exaustivamente o assunto em todos os telejornais e noutros programas televisivos. Já quanto a escândalos dos demotucanos (democratas/peessedebistas), a emissora Global – igualmente à revista Veja e outros veículos da mídia não corretos, não imparciais, não isentos – omite (nada diz ou esconde) ou, se não pode evitar (ou escapar) de mostrar os fatos, limita-se a apresentar timidamente alguma coisa.

2. Aborto da mulher do Serra:
Você sabia que Monica Serra, mulher do presidenciável tucano, também fez aborto, conforme matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, no último 16 de outubro?
Você acha que essa fulana descarada teria moral para dizer, como, de fato, disse em evento público, que a petista Dilma Rousseff seria a favor de "matar criancinhas", só porque ela teria declarado há anos atrás ser a favor da descriminalização do aborto, para proteger as mulheres pobres que perdem a vida em decorrência de abortos clandestinos, dado que milhares delas morrem devido a procedimentos arriscados, improvisados, impróprios, sem as mínimas condições de segurança?
Você ainda teria dúvida de que mulheres ricas, inclusive esposas de políticos, fazem aborto em clínicas particulares, no Brasil e no exterior, na calada da noite, escondido dos amigos, da imprensa, de todo mundo?
Você não pensa que estaria havendo muita demagogia, muita hipocrisia, muita mesquinharia por parte dos falsos moralistas, sabendo-se que a descriminalização do aborto libertaria as mulheres das trevas do preconceito, sobretudo religioso, e salvaria suas vidas?

3. Politicagem suja das igrejas:
Você pensa que seria correto o ato político praticado durante uma missa na basílica de Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 de outubro, onde sacerdotes falaram do candidato José Serra e seus correligionários, ali presentes, e chamaram ao púlpito sua esposa Monica, para entregar-lhe uma estátua da Santa para levar aos conterrâneos chilenos dela?
Você concorda com a sacanagem de padres e bispos pecadores, que têm feito campanha política nas igrejas e noutros locais, falando bem do candidato tucano, e mal do PT e da candidata petista, pedindo para votar no Serra, e não em Dilma?
Você tem alguma dúvida de onde (ou de qual partido) teria saído o dinheiro para pagar a impressão dos 20 milhões de panfletos/revistas que estão sendo distribuídos aos fiéis nas igrejas, malhando o PT e denegrindo a imagem da petista, e dizendo para votar no tucano, dos quais cerca de um milhão foi apreendido recentemente pela Polícia Federal em uma gráfica de uma filiada ao PSDB, irmã de um coordenador da campanha do Serra?
Você pensa igual ao Serra, e não vê nada de errado nesse terrorismo religioso, e acha certa a politicagem suja que pregadores católicos e evangélicos diabólicos estão fazendo nas igrejas, em que ao invés da fraternidade, andam pregando o ódio, a intriga, a intolerância, a desunião e a discriminação?
Você não acha que – no Brasil da democracia, da liberdade e da justiça, do pluralismo racial, cultural e espiritual – o eleitor tem o direito de decidir espontaneamente, sem a interferência de missionários aéticos, imorais, insolentes, o que seria melhor para o país, para todos nós brasileiros?

4. Trocas de vices do Serra:
Você ficou sabendo que o ex-governador José Roberto Arruda (ex-DEM) era o nome mais cotado para ser o vice-presidente de José Serra, só não o sendo devido ao escândalo do mensalão do DEM?
Você acredita que os tucanos teriam mandado para escanteio o pré-candidato a vice-presidente Álvaro Dias (PSDB, senador do Paraná), trocando-o pelo desconhecido e inexpressivo Índio da Costa (DEM, do Rio de Janeiro), nos últimos minutos do prazo de inscrição da chapa de José Serra, por imposição dos democratas, a troco de nada?
Você sabia que depois do primeiro turno das eleições, o grupo do José Serra cogitou trocar novamente seu candidato a vice-presidente, que, então, passaria a ser o Aécio Neves (PSDB) ou o Fernando Gabeira (PV), visando ganhar a eleição de qualquer jeito, só não o fazendo por medo de ter a candidatura de Serra cassada?
Você teria imaginado que, se fosse escolhido para vice o Fernando Gabeira, ex-fumante (?) de maconha, candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro, o tucano Serra prometeria liberar, caso fosse eleito, o cultivo de "cannabis sativa" e o consumo da droga no Brasil, para agradar ao companheiro verdinho, que tem defendido a descriminalização da maconha?
Você acha que os demônios (sem trocadilho com democratas) safardanas das igrejas não falam nada sobre isso porque concordam com a liberação das drogas, ou porque não querem prejudicar o candidato José Serra?

5. Escândalo do mensalão do DEM:
Você tem conhecimento de que um deputado federal democrata – que não teria feito praticamente nada pelo povo barriga-verde no Congresso Nacional, a não ser prejudicar e criticar as ações dos políticos adversários atuantes – teria dado alguns milhões de reais só para uma candidata a deputada estadual em Santa Catarina, de partido aliado, que não foi eleita, para ajudá-lo a reeleger-se?
Você saberia dizer aonde os políticos do partido Democratas (DEM) teriam arranjado tanto dinheiro para as campanhas políticas milionárias feitas no Brasil inteiro?
Você não acha que o escândalo do mensalão do DEM no Distrito Federal, que estourou em novembro de 2009, que derrubaria o governador José Roberto Arruda ("expulso" do partido), após ser preso em fevereiro de 2010 – que já houvera renunciado ao mandato de senador, em 2001, para evitar a cassação –, e que teve deputados, secretários, diretores, servidores e outras pessoas envolvidas no esquema criminoso de corrupção na gestão nefasta (desastrosa) do governo do DEM de Brasília, do qual o PSDB participava, explicaria como eles arrumam dinheiro para as campanhas eleitorais?
Você não acha que esse escândalo do mensalão do DEM, que tinha só um governador, seria fichinha perto do que haveria, supostamente, nas gestões tucanas de São Paulo e do Rio Grande do Sul, onde Yeda Crusius (PSDB) sofreu uma derrota humilhante nas urnas, e nas administrações peemedebistas de Santa Catarina, com a coligação (ou ajuntamento) dos "demos" a suas campanhas eleitorais e aos seus governos?

6. Escândalo tucano do Paulo Preto:
Você viu o escândalo do engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da estatal Dersa, que segundo denúncia de políticos do próprio PSDB, teria desviado R$ 4 milhões, que seriam destinados ao suposto "caixa dois" da campanha tucana?
Você tem alguma dúvida de que o caso do Paulo Preto, que teria recebido dinheiro de empreiteiras que estão construindo o Rodoanel, em São Paulo, e não teria repassado os recursos aos tucanos, seria só uma gota no oceano de falcatruas, maracutaias, roubalheiras no governo de São Paulo?
Você concorda com o candidato Serra – cara-de-pau, cínico, falso, hipócrita, mentiroso –, que diz que isso não tem problema nenhum, porque o dinheiro roubado seria de empreiteiras privadas, não seria dinheiro público?
Você acredita que o dinheiro que os partidos e os políticos recebem (ou cobram) das empresas construtoras não sairia dos cofres públicos, se elas realizam obras superfaturadas, incluindo os custos das propinas, paras os governos municipais, estaduais e federal?
Você faz ideia de quantos processos de Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs), o PSDB – do José Serra, do Fernando Henrique Cardoso (FHC), do Mário Covas, do Geraldo Alckmin – conseguiu engavetar ou arquivar no período de 16 anos em que governa São Paulo, onde o Alckmin foi eleito governador novamente?
Você já imaginou a que preço os tucanos cooptam (ou compram) partidários e parlamentares aliados para abafar as denúncias e barrar os inúmeros pedidos de CPIs apresentados por parlamentares da oposição paulista?
Você acha que se eles fossem corretos e honestos, e tivessem as mãos limpas, como andam dizendo, haveria por que temer as denúncias e impedir as investigações?

7. Escândalos do governo petista:
Você acredita que tenham ocorrido casos de roubalheira no governo petista, sem que a mídia e o povo brasileiro não tivessem tomado conhecimento?
Você acha que os escândalos petistas têm sido investigados, e que os responsáveis pelos deslizes tenham sido exonerados e punidos?
Você sabe por que a oposição – formada predominantemente por políticos do PSDB e do PFL (hoje DEM: mudaram o nome do partido só para tentar amenizar a sua má fama) –, com a cumplicidade da elite dominante e da grande mídia nacional, não quis derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando estourou o escândalo do mensalão, em 2005, no seu primeiro mandato?
Você teria dúvida de que a oposição imaginava que Lula, devido ao caso do mensalão, não seria reeleito em 2006, abrindo caminho para eles retomarem facilmente o poder, sem correr riscos?
Você alguma vez pensou que eles teriam ficado com medo de entrar com um processo de impeachment contra Lula, sobretudo por terem telhado de vidro e temerem ser cassados e condenados juntos, porque o esquema do mensalão teria iniciado na época do governo FHC, pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB), em Minas Gerais, onde Aécio Neves (PSDB), senador eleito agora, foi governador por dois mandatos?
Você estaria certo de que o ex-presidente Fernando Collor de Mello caiu, em 1992, porque durante seu governo contrariou interesses dos poderosos que o apoiaram na eleição de 1989, e por ele pertencer à época ao Partido da Reconstrução Nacional (PRN), um partido nanico que nem mais existe, e que não tiraram Lula, em 2005, porque este é de um partido forte e possui enorme apoio popular, como demonstram os elevados índices de aprovação a seu governo?

8. Depende de Você votar certo ou errado:
Você não fica indignado com tudo que anda acontecendo nestas eleições, e confiaria e entregaria o comando do Brasil, do nosso país, a um grupo político sem escrúpulos, que faz campanha política suja, com o apoio de gente sem-vergonha, irresponsável, interesseira, que quer que o povo fique pobre e ignorante, para permanecer submisso aos exploradores da fé popular, ser serviçal (ou escravo) dos capitalistas brasileiros e estrangeiros, e continuar subjugado pelas elites burguesas dominantes?
Você se considera um eleitor esclarecido, inalienado, sensato, e acha que existe algum político do PSDB ou do PT ou de qualquer outro partido, que seja sério, honesto, de mãos limpas, competente, que esteja realmente interessado em trabalhar pelo bem-estar dos brasileiros e brasileiras, no qual possa votar certo, de verdade, sem medo de errar?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[Outubro/2010]

terça-feira, outubro 26, 2010

Voto com consciência

Eleitor! Você não deve cerrar os olhos diante das propagandas e dos programas do horário eleitoral gratuito, das entrevistas e dos debates com os candidatos, dos noticiários políticos.
Para fazer a escolha certa, você precisa saber o que são, o que pensam, o que dizem, o que fizeram e o que podem os candidatos fazer pelo nosso País, por você, por todos nós brasileiros.
Inúmeros eleitores inocentes acabam acreditando nas mentiras de alguns candidatos, nas suas promessas vãs, vazias, nas suas propostas utópicas, inexeqüíveis, nas suas acusações desmesuradas a adversários, e nas falácias fabulosas inventadas pelos marqueteiros e nos pronunciamentos teatrais que alguns artistas e intelectuais servis fazem em favor de determinados candidatos nos programas eleitorais.
E isso não acontece só com a maioria dos eleitores menos instruídos. Também outros tantos brasileiros alienados, inclusive com grau de instrução superior, são facilmente iludidos e enganados por políticos que dizem que fizeram isso e aquilo e aquilo outro para e pelo povo enquanto cumpriam seus mandatos ou exerciam outros cargos relevantes no Governo. Não acreditemos em políticos demagogos, hipócritas, sorrateiros!
Todos nós brasileiros devemos estar conscientes de que a maioria dos políticos que estão aí procurando persuadir o eleitor com palavreado falso, cheio de requintes ilusórios marquetizados, estão, na verdade, mais preocupados em tirar proveitos eleitoreiros, em se locupletar, em satisfazer interesses pessoais e dos seus, do que em trabalhar efetivamente para o progresso do País e pela melhoria das condições de vida de todos os brasileiros.
Seja sensato, criterioso. Aja com consciência, sabedoria e inteligência no momento de votar. Valorize o seu voto. Vote em políticos sérios, íntegros, éticos, confiáveis.
Vote nos candidatos que são capazes de governar e de legislar bem e que estejam empenhados com a democracia, com a construção da cidadania, com a liberdade do povo brasileiro.
O eleitor que votar em branco, anular seu voto ou abster-se de votar poderá estar contribuindo, ainda que involuntariamente, para que políticos desgraçados, inconsequentes, ladrões sejam eleitos no lugar dos honestos, ilibados, lutadores, dos que realmente estariam dispostos a trabalhar pelo bem-estar do povo brasileiro.
Mostre o seu espírito patriótico! Vote com dignidade. Não venda seu voto.
Não se deixe ludibriar pelos politiqueiros. Analise com a razão. É de suma importância votar certo. O voto errado será mau para o País, será ruim pra nós todos. Vote com coragem!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 25/10/2010, p. 17]
Nota: O texto é um excerto do artigo Patriotismo e Eleições, de 2002.

segunda-feira, outubro 11, 2010

Vote com Coragem - Presente


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OBS.: Estas imagens não são iguais às de 30/09/2010; nas segundas (estas), há um pequeno detalhe a mais (?).

sexta-feira, outubro 01, 2010

Vote com Coragem - Pretérito


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OBS.: Estas imagens não são iguais às de 09/10/2010; nas segundas (aquelas), há um pequeno detalhe a mais (?).

Engodo político do capitalismo!

Muitos defendem o capitalismo usando argumentos inconsistentes ou simplesmente apontando falhas do sistema socialista. Mas o sistema dominante no mundo atualmente apresenta várias imperfeições.
Querem nos fazer crer que vivemos numa democracia, em que as pessoas seriam livres e que todos os cidadãos seriam iguais perante a lei. Isso até consta na Constituição. Mas é uma grande mentira.
Até hoje não se apresentou tese séria alguma que comprovasse o sucesso do capitalismo, como sistema que atenderia aos interesses e as necessidades da maioria da população.
Não existe sociedade livre, justa e igualitária no socialismo e, muito menos, no capitalismo. Não pode ser considerado bom um sistema que permite o enriquecimento de uma minoria, enquanto a maioria das nações e das pessoas permanece pobre.
O capitalismo favorece tão somente aos países ricos e às elites burguesas, detentores do capital e dos meios de produção. Para que haja uns poucos ricos (capitalistas) é necessário que milhares de pessoas fiquem pobres e vendam sua força de trabalho aos donos do capital.
Mesmo passando a receber salário, o operário permanece na condição de escravo. Ou então não seria considerado escravo do capital quem passa dificuldades a vida inteira, porque não tem renda suficiente para satisfazer pelo menos as necessidades básicas suas e de sua família?
Também a mulher, que antes podia cuidar melhor da casa e dos filhos, conquista (?) o “direito” de ser serviçal (escrava) do capital. Aliás, já servia à burguesia como procriadora dependente. Além de ela ganhar menos, sua participação no mercado de trabalho faz com que o salário do homem seja reduzido significativamente. E com mais mão-de-obra barata, a acumulação capitalista fica cada vez mais garantida e reforça o poder político dos grupos dominantes.
O desemprego elevado no mundo todo é consequência também dessa ampliação (ou duplicação: homem mais mulher) da oferta de mão-de-obra.
Ainda que assalariado, muito trabalhador não consegue acumular recursos para adquirir sequer uma casinha decente. Pouquíssimos despossuídos, incluso aí os empregados, têm a chance de sair da base da pirâmide social.
E as lideranças inocentes (?) da classe operária ainda acham que nova redução da jornada de trabalho seria a melhor solução para gerar mais empregos. Seria muita ingenuidade acreditar que os capitalistas não reduziriam salários ou não usariam de instrumentos legais ou subterfúgios governamentais para assegurar, de qualquer forma, a manutenção dos lucros.
Melhor seria para a sociedade se o trabalhador (ou trabalhadora) fosse bem remunerado, com salário suficiente para sustentar sua família dignamente, sem depender de donativos governamentais minguados.
Mas a oligarquia usa o Estado, inclusive sob governo paternalista, para achatar salários e garantir lucros aos donos do capital. Isso tem acontecido com os governos brasileiros, independente de bandeiras políticas.
E nestas eleições, políticos trabalhistas e pseudo-socialistas, entre outros candidatos à Presidência do Brasil, têm prometido manter e, até mesmo, aumentar os míseros benefícios (ou esmolas?) dados para os pobres trabalhadores. O proletariado e demais classes desfavorecidas deveriam repugnar isso.
É preciso entender que os governantes e as elites dominantes, com a complacência da mídia subserviente – que quase sempre se mostra parcial e tendenciosa –, defendem o capitalismo e a (falsa) democracia simplesmente para manter o "status quo", porque isso serve aos seus interesses, não à maioria das pessoas.
Não existe possibilidade de todas as nações e a totalidade das pessoas tornarem-se ricas. É impossível distribuir renda sem que seja tirada uma parte daqueles que têm muito para dar aos que têm pouco ou nada. Enquanto não houver um sistema mais equitativo não se resolve os conflitos sociais.
Se o governo aplicasse um sistema tributário em que os ricos pagassem proporcionalmente tanto de imposto quanto as classes inferiores da sociedade, já teríamos resolvido grande parte das disparidades sociais.
Se o socialismo mostra-se ineficiente, o sistema capitalista, por sua vez, não satisfaz a maioria das nações e das pessoas.
A aglutinação do socialismo e o capitalismo, extirpando o que há de ruim de ambos os sistemas, ou o surgimento de um novo modelo de sociedade poderia resolver o grande dilema dos povos.
Quem sabe ainda veremos a redução da corrupção e teremos um novo sistema que minimize as desigualdades e injustiças sociais no Brasil e no mundo.
Devemos entender ainda que os capitalistas (banqueiros, empresários, fazendeiros) não doam tanto dinheiro para os partidos e candidatos políticos sem esperar nada em troca. Eles investem na eleição para obter vantagens depois e ganhar muito mais que gastaram, independentemente de quem seja vencedor.
Para votar certo, de verdade, o eleitor não pode se deixar levar pelas falácias de políticos ladrões, especialmente daqueles dissimulados de cordeiro, e não engolir o engodo político do capitalismo.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 30/09/2010, p. 19]
=> Para ver um exemplo infundado, ilógico, inválido de defesa do capitalismo, sob o título "Socialismo e Comunismo: Experimento Interessante Ocorrido em 1931", clique aqui.

segunda-feira, julho 26, 2010

Flamengo tem imagem arranhada?

A mídia noticiou que o Clube de Regatas do Flamengo estaria pretendendo processar o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, que está preso por suposto assassinato da ex-amante Eliza Samúdio, por prejuízos à imagem do clube.
Muitos flamenguistas certamente concordariam com uma ação judicial contra o guarda-redes Bruno, desde que no processo de reparação por danos à imagem do Mengão fosse incluída a dupla de atacantes do "Império do Amor" (Adriano e Vagner Love - que deixaram recentemente o clube), que também colocou o Rubro-negro nas páginas policiais.
Embora muita gente ache que os clubes não seriam culpados pela conduta errada de seus atletas fora de campo, na vida particular, o Flamengo, como qualquer outro clube, erra quando mantém contrato com jogador irresponsável, inconsequente, marginal que denigre a imagem da instituição.
O momento conturbado, causado inclusive pelo episódio do goleiro desafortunado, deve servir para o Flamengo pôr ordem na casa e colocar ponto final nessas situações de escândalos de jogadores dentro e fora do clube.
Além de uma Administração honesta, competente e laboriosa, o que mais importa para engrandecer o Fla e para orgulhar e alegrar a nação rubro-negra é montar um time competitivo, capaz de conquistar vitórias e títulos, com equipe técnica e atletas capacitados, corretos e responsáveis.
O Mengo é grandioso, com certeza superará as turbulências momentâneas e voltará a triunfar, como espera a torcida flamenga.
Sua imagem realmente sai arranhada com o caso Bruno, mas não tão danificada a ponto de resultar em prejuízos irreparáveis à instituição Flamengo.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 26/07/2010, p. 19]
=> Para ver o artigo “O Brasil do sucesso traiu o goleiro Bruno” [relação da tragédia com a sociedade hipócrita], do botafoguense Carlos Lopes, clique aqui.

terça-feira, maio 25, 2010

Vovozinha na Ilha das Bruxas

Estava a vovozinha passeando na casa do genro - torcedor fanático do modesto time da figueira e do clube mais popular do país - e da prole feminina, na capital de seu estado de nascimento, que ficava localizada na ilha das bruxas, que outrora pertencera aos aborígines carijós e aos conquistadores ibéricos.
Diz a lenda que enquanto esperava chapeuzinho vermelho chegar, ou melhor, aguardava a segunda neta vir à luz, a vovozinha - que já tinha dois netos de sexos opostos - passava o tempo fazendo crochê.
Como a filha mais velha não podia caminhar muito, porque estava por parir em breve, a vovozinha semi-idosa, preocupada com a saúde, fazia caminhadas numa bela praia insular, acompanhada da filha mais nova e esbelta.
A velhota esperta estava certa de que os exercícios físicos reduziam o estresse, causado pela reclusão prolongada em ambiente restrito, sem variação de atividades nem diversão e nem contato direto com pessoas diferentes, e pela saudade do vovozinho - torcedor sofredor de um mediano time de futebol com o nome de um famoso navegador lusitano -, que ficara (em casa) na terra natal da pré-anciã, cuja cidade levava o nome de uma santa (a bela senhora que teria aparecido a dois pastores infantis há mais de século e meio em uma montanha alpina de um país do velho mundo, a que passaria a pertencer a cidade natal do guerreiro intercontinental que casara com a glorificada heroína da capital juliana) de um de seus santuários.
A vovozinha experiente falava que não se deveria contrariar as leis da natureza.
Ela dizia que as pessoas deviam aprender a esperar as coisas acontecerem no seu devido tempo.
E a velhinha inteligente recomendava que bruxa grávida ou qualquer outra gestante não deveria abortar (no sentido de abreviar) só para satisfazer um capricho, uma fantasia estapafúrdia ou interesse insublime.
E você, leitora ou leitor consciente, concorda ou não com o pensamento e os ensinamentos da sábia vovozinha?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
=> Para ver a história da aparição de uma santa, clique aqui.

domingo, maio 09, 2010

A Taça das Bolinhas é do Flamengo!


Taça das Bolinhas

Zico com a Taça das Bolinhas após título brasileiro de 1983.


A chamada Taça das Bolinhas, envolvida em grande controvérsia, seria entregue definitivamente ao clube que primeiro conquistasse o Campeonato Brasileiro de Futebol três vezes consecutivas ou cinco de forma alternada. Nesse cômputo não se inclui título da Copa do Brasil.
A pendenga da Taça das Bolinhas teria origem em 1987, ano em que o Clube de Regatas do Flamengo sagrou-se campeão da Copa União, competição organizada pela "União dos Grandes Clubes do Futebol Brasileiro - Clube dos Treze", porque a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por falta de recursos financeiros, havia desistido de realizar o campeonato nacional.
A Copa União (Módulo Verde) seria disputada pelos times do Clube dos Treze (Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco da Gama) mais três clubes convidados (Coritiba, Goiás e Santa Cruz), totalizando assim 16 equipes participantes do Campeonato Brasileiro de 1987 da primeira divisão, conforme determinação da CBF.
Da Copa Brasil (Módulo Amarelo) desse ano participariam também 16 equipes: América-RJ (que, em protesto, desistiu da competição), Atlético-GO, Atlético-PR, Bangu, Ceará, Criciúma, CSA-AL, Guarani, Inter de Limeira, Joinville, Náutico, Portuguesa, Rio Branco-ES, Sport, Treze-PB e Vitória-BA.
Com o intento de conciliar interesses e se apaziguar (?) com o Clube dos Treze, a CBF inventou o artifício de o título nacional daquele ano ser decidido em um quadrangular final, que seria disputado pelos campeões e vices dos módulos Verde (Flamengo e Internacional) e Amarelo (Sport e Guarani).
Situação semelhante haveria se a CBF não reconhecesse o título de campeão brasileiro da Série A (primeira divisão) conquistado pelo Flamengo em 2009 – tornando-se hexacampeão nacional legítimo (1980, 1982, 1983, 1987, 1992 e 2009), como, aliás, tem sido proclamado pela TV Globo e por outros veículos de imprensa –, e quisesse obrigar o time rubro-negro a decidir de novo o título nacional em confronto com o Vasco da Gama, campeão da Série B (segunda divisão) no ano passado.
O Clube dos Treze – composto atualmente por 20 equipes, incluindo o Sport Clube Recife –, com a anuência de todos os membros da associação, inclusive do São Paulo Futebol Clube, não concordou com a proposta descabida da CBF, e a tal decisão esdrúxula em um quadrangular final não aconteceu.
O Flamengo, computando o irrefutável título de 1987, conquistou o pentacampeonato brasileiro em 1992, e, consequentemente, o direito de posse da Taça das Bolinhas, que deveria ter-lhe sido concedida naquela oportunidade. Não obstante, a CBF mantém injustificavelmente o troféu guardado até hoje.
O São Paulo, signatário da decisão contraposta do Clube dos Treze, em ação incoerente e injusta, de forma antiética e imoral, reivindica a dita Taça, por ter se tornado pentacampeão em 2007, quinze anos depois de igual conquista do Flamengo.
Mudança de posição e descumprimento de compromisso assumido, inclusive com papel assinado, são coisas corriqueiras no campo político e futebolístico.
Se o Clube dos 13 e o próprio Flamengo estivessem errados, por que o senhor Ricardo Teixeira, presidente da CBF, não entregara a Taça das Bolinhas para os "bambis" em 2007, assim que o São Paulo conquistou o seu quinto título brasileiro? Não o fez, simplesmente pelo fato de que não existiria embasamento legal para destinar o troféu aos são-paulinos. Isso ratificaria o inquestionável direito do Flamengo à Taça das Bolinhas.
É sabido que Ricardo Terra Teixeira, 62 anos – que se elegeu presidente da CBF pela primeira vez em 1989, e se mantém no cargo até hoje, 21 anos depois –, ambiciona a cadeira que fora ocupada por seu ex-sogro e ex-presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), Jean-Marie Faustin Godefroid de Havelange, o João Havelange, 94 anos. Havelange, hoje presidente de honra da Fifa, dirigiu esta entidade por 24 anos (1974-1998). Antes disso, o cartola nonagenário foi vice-presidente (1956-1958) e durante 17 anos (1958-1975) ocupou a presidência da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), organização precursora da CBF.
Mas antes de concorrer à almejada presidência da Fifa – entidade máxima do desporto-rei mundial, com sede em Zurique, na Suíça –, após a Copa do Mundo de 2014, quando terá completado 25 anos à frente da direção da CBF, o mandatário maior do futebol brasileiro pretende colocar em seu lugar uma pessoa de absoluta confiança da sua patota.
Podemos imaginar do que esses dirigentes esportivos são capazes para dar as cartas no mundo do futebol por tanto tempo. É notório que cartolas politicalhos e oportunistas modificam e manipulam estatutos e regulamentos conforme seus interesses. Derivaria de uma absurda manobra regulamentar a questão pendente há tanto tempo da Taça das Bolinhas.
Entre as pessoas confiáveis dele (Ricardo) para presidir a CBF estariam Kléber Leite, ex-presidente do Flamengo, e Marcelo Campos Pinto, executivo da Globo Esportes – da Rede Globo, que possui demasiado controle sobre o futebol brasileiro, obrigando os times a jogarem após às 21h45, para não atrapalhar a transmissão de telenovela e reality show bestial, exibidos em horário nobre da TV.
Os dirigentes inescrupulosos e irresponsáveis não estão nem aí para o torcedor apaixonado que gosta de ir ao estádio de futebol para ver o seu time jogar. Os executivos inconsequentes não se importam nem um pouco com o trabalhador brasileiro que precisa levantar cedo no dia seguinte, ou no mesmo, pois muitos jogos terminam depois da meia-noite. Não é à toa que os clubes estão falidos e o futebol brasileiro está decaindo cada vez mais.
Para concretizar seu projeto (ou negócio) monstruoso, o grupo dominante do futebol brasileiro (leia-se Ricardo Teixeira, João Havelange e dirigentes da Rede Globo, entre outros) precisaria tomar também o comando do Clube dos Treze. E no projeto de poder dessa facção perversa se inclui ainda o controle da Confederação Sul-Americana de Futebol.
Então, com o escabroso propósito de domínio integral (da área) do desporto-rei, os coronéis deletérios do futebol tupiniquim lançaram Kléber Leite, ex-dirigente rubro-negro, como candidato à presidência do Clube dos 13, na disputa com Fábio Koff, que buscava a reeleição.
Apesar da pressão da TV Globo, do montante extraordinário de dinheiro da CBF dado pelo mandachuva Ricardo Teixeira para alguns clubes de futebol, e de outras vantagens prometidas a presidentes de clubes – como, por exemplo, o cargo de chefe da delegação brasileira na Copa da África do Sul, oferecido a Andrés Sanchez, presidente do Corinthians –, Koff derrotou o competidor Leite no pleito realizado em 12 de abril deste ano, por doze votos a oito. Com certeza, foram oito votos de cartolas corruptos, incorretos e interesseiros.
Vale ressaltar que entre os que votaram contra o flamenguista Kléber Leite, candidato do mandarim Ricardo Teixeira, está a própria presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, e o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio.
Só por que a flamenguista Amorim tomou a atitude corajosa de votar contra o candidato do todo-poderoso "Ricardinho", este (ou a CBF?) resolve retaliar o Flamengo, declarando que agora daria a Taça das Bolinhas para o São Paulo?
E seria também pelo mesmo motivo de o são-paulino Juvêncio ter votado no opositor deles (Kléber e Ricardo), que o “doutor” Teixeira estaria fazendo tudo para que o Estádio do Morumbi, que pertence ao São Paulo, seja excluído da lista de estádios que sediariam jogos da Copa do Mundo no Brasil. Ou deseja ele pelo menos impedir que o jogo de abertura da Copa 2014 seja realizado no estádio são-paulino. O jogo de encerramento do Mundial deverá acontecer no Estádio Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro.
É bom lembrar que o presidente da CBF mais de uma vez ameaçou entregar a “taça da discórdia” para o São Paulo, mas diante de protestos da massa flamenguista sempre recuou da ideia de cometer tal barbaridade e injustiça. Isso comprovaria que a decisão delirante do cartola-mor brazuca de dar a Taça das Bolinhas aos são-paulinos seria estritamente política, ou seja, sem qualquer fundamento técnico e jurídico.
Aliás, vale destacar que – com o reacendimento da famigerada polêmica após a eleição do Clube dos Treze, em que Fábio Koff foi reeleito presidente – o perdedor Kléber Leite, ex-mandatário rubro-negro, enviou carta à presidência do Flamengo afirmando veementemente o direito do clube à Taça das Bolinhas.
Portanto, verifica-se mais uma vez a inconsistência, a incoerência e a incongruência da presidência da CBF. Isto é, do ditador Ricardo Teixeira, ao querer, como represália, entregar hoje a Taça das Bolinhas para o São Paulo.
Caso essa imperdoável arbitrariedade seja levada a efeito, além de um contra-senso, seria um desmando e uma leviandade da cartolagem politiqueira. Esperamos que haja juízo e não seja praticado esse ato infundado, indecoroso, insensato.
A vingança do autoritarismo desportivo-futebolístico tem que ser derrotada pela vitória da verdade. O troféu conhecido como Taça das Bolinhas é verdadeiramente, de fato e de direito, do Clube de Regatas do Flamengo e da Nação Rubro-Negra.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 03/05/2010, p. 14]
=> Para ver matéria no site da Editora Abril, clique aqui.

sábado, abril 04, 2009

Vereadores imbecilóides

Representantes do povo e apresentadores televisivos, entre outros, têm falado bobagens e criticado a Administração Municipal anterior, por ter aplicado a cor vermelha em várias obras realizadas na cidade de Itajaí.
Embora seja prática comum da maioria, senão de todos os governantes municipais, estaduais e federal, os cidadãos brasileiros, eleitores e não-eleitores, realmente deveriam condenar a colocação de “marca” política em patrimônio público.
Enfatizamos que nas construções, nos equipamentos, nos materiais e nas demais coisas públicas teriam que ser empregadas apenas as cores dos símbolos (armas, bandeira, brasão, etc.) do município, do estado e do país. Ou não sendo possível, que pelo menos não se utilize as cores de bandeiras de partidos políticos.
Agora, o que não podemos aceitar é que vereadores ignorantes critiquem o governo Volnei José Morastoni (PT, 2005-2008), por ter pintado as linhas delimitadoras das ciclofaixas (que não são ciclovias, como sempre temos dito) na cor vermelha.
Os atuais e os ex-vereadores imbecilóides, alguns dos quais advogados, têm dado clara demonstração de que não leram (ou se o fizeram, não apreenderam) o novo Código de Trânsito Brasileiro - CTB (Lei n.° 9.503, de 23 de setembro de 1997).
Os vereadorzinhos tolos, incluso os que fizeram parte do governo Jandir Bellini (PP), em seu primeiro (1997-2000) e segundo (2001-2004) mandatos, deveriam, isso sim, ter criticado à época a pintura das linhas delimitadoras das ciclofaixas na cor amarela – em desacordo com o CTB, que diz que deve ser de cor vermelha.
E por falar em símbolos pátrios, esses paladinos da ignorância, inclusive membros de outras câmaras municipais e deputados estaduais, não se importam com a ilegalidade cometida pelo governo Luiz Henrique da Silveira (PMDB), que desfigurou o estandarte do Estado de Santa Catarina; para usar ilegitimamente o símbolo maior dos catarinenses para fazer propaganda político-partidária? E esse crime execrável, senhores politiqueiros, consta do processo de cassação do governador peemedebista Luiz Henrique?
Se não são conhecedores nem defensores da Lei, como se tem observado, os “nobres” edis teriam a obrigação de, no mínimo, consultar as normas antes de sair por aí falando asneiras e fazendo críticas errôneas e infundadas.
E pensar que os politicalhos abestalhados que estão ou estiveram na Câmara Municipal também são ou eram responsáveis pela elaboração de leis que regulam a vida da cidade.
Como formadores de opinião, os profissionais da mídia não deveriam incorrer no mesmo erro dos vereadores imbecilóides de Itajaí e de outros municípios de Santa Catarina e do Brasil.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 04 e 05/04/2009, p. T28]

segunda-feira, março 09, 2009

Sobre o DC [Coitada da moça!]

Eu discordo de muita coisa que Luiz Carlos Prates, colunista do jornal Diário Catarinense e comentarista da RBS TV diz, mas concordo plenamente com sua crônica intitulada "Coitada da moça!", por considerar o assunto deveras salutar para toda e qualquer pessoa, homem ou mulher, pai ou mãe, filho ou filha, jovem ou não.
Nelson Heinzen,
Itajaí -SC.
[DC, 09/03/2009, p. 29]
=> Veja, abaixo, a crônica de Luiz Carlos Prates.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Casas fajutas para os flagelados

Governantes municipais, estaduais e federal e outros políticos demagogos e demais indivíduos inescrupulosos e oportunistas procuram tirar proveito da desgraça pública.
Sabemos que uma porção dos donativos (materiais) não chega às mãos das pessoas necessitadas. E igualmente às verbas públicas, muito do dinheiro de doações para ajudar os flagelados e reparar prejuízos causados pelas enchentes será desviado.
Como sempre acontece, boa parte dos valores financeiros doados pelos brasileiros e estrangeiros solidários – comovidos com a calamidade provocada pelas cheias em vários municípios do Estado de Santa Catarina – está sendo mal empregado.
Citamos como exemplo as “casas” que estão sendo feitas para os flagelados no bairro da Murta, na cidade de Itajaí. São seis casinholas de 30m² construídas em pinus (pinus elliottii) - inclusive as estacas -, madeira imprópria para essa finalidade.
Porque mesmo que seja tratada quimicamente, prolongando um pouco sua durabilidade, a madeira de pinus apodrece fácil em contato com a umidade e também é atacada por cupins. É, portanto, um material que não presta para a construção de casas na nossa região.
Além disso, com exceção do banheiro, as casinhas são fabricadas inteiras com materiais inflamáveis. Em caso de incêndio numa delas, além da habitação sinistrada da própria família moradora, também as dos seus vizinhos correm o risco de serem destruídas pelo fogo devido a pouca distância entre as mesmas.
E, pior, os barracos de madeira tomaram o lugar de casas de alvenaria de 42m², que fariam parte de um conjunto de 82 unidades habitacionais em construção no mesmo terreno.
Apostamos que os inundados contemplados não vão ficar muito tempo morando nos diminutos casebres de pinus – que “parecem casinhas de boneca”, como disse uma apresentadora de TV nacional em visita à primeira família instalada no local. Certamente essas pessoas vão querer mudar-se para casas de alvenaria no mesmo aglomerado, maiores e mais decentes, tão logo estas fiquem prontas.
Conjeturamos, assim, que os barracos de madeira de qualidade duvidosa lançados como definitivos na Murta, serão demolidos num futuro próximo.
Ainda que fosse uma solução provisória, o conjunto de casinholas de madeira deveria ter sido construído em outro terreno do Município. Pois aquela área também foi inundada pela cheia de novembro deste ano [de 2008], com lâmina d´água de mais ou menos um metro.
Aliás, ao invés de aplicar nos casebres de madeira, o dinheiro provindo dos doadores deveria ter sido investido na conclusão – no caso da Murta – das casas de alvenaria inacabadas do conjunto ali existente, algumas das quais já cobertas, que prontas ficariam em menos tempo e com gastos menores. [Se existe legislação impedindo isso, que detone-se a lei!]
Conforme noticiado na mídia, pelos planos dos bem-intencionados dirigentes (ou pelo menos acreditamos que assim o sejam) de uma grande emissora de televisão brasileira – que lançou campanha nacional de arrecadação de dinheiro para reconstruir Santa Catarina –, seriam edificadas milhares (a realidade indica que serão apenas algumas dezenas, talvez centenas) de “casas” iguais às levantadas na Murta, em vários municípios, para os barrigas-verdes desabrigados pelas enxurradas e pelos deslizamentos de terra devido a várias semanas consecutivas de chuva.
Enfatizamos que não interessa ao povo de Santa Catarina bater recorde (record, em inglês) de casas mal construídas. Ainda que em menor quantidade, seria mais importante construir casas em tamanho maior e de melhor qualidade e mais seguras.
O propósito primeiro deste escrito seria instigar os benfeitores (?) televisivos e as autoridades a rever o projeto de construção de casas populares para os flagelados. Não é admissível que o dinheiro angariado seja empregado em habitações mal feitas, e plantadas em áreas que sofrem inundação. Temos que evitar que novos habitáculos de qualidade inferior sejam erguidos em Itajaí e em outras cidades catarinenses.
Tanto as pessoas que fazem doações voluntárias quanto as beneficiárias de donativos e casas de habitação merecem mais respeito. O desmazelo dos responsáveis pela gestão dos dinheiros doados é condenável. Exigimos mais responsabilidade e correção dos nossos governantes e de quem mais envolver-se na reconstrução e recuperação do nosso Estado, especialmente quanto a aplicação dos importantes recursos solidários.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 27/02/2009, p. 14]