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Sua decisão é muito importante para toda a nação brasileira!
Lembre-se que o seu futuro e o dos seus patrícios está nas suas mãos.
Por isso, você precisa agir com consciência e inteligência na hora de votar.

quarta-feira, junho 11, 2014

Navegadores de Internet

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Quem não apoia a Copa está contra o Brasil e o povo brasileiro!

Apesar das vantagens proporcionadas a qualquer nação que sedie e organize a Copa do Mundo de Futebol, a mídia tradicional e algumas pessoas impatriotas, inconsequentes, irresponsáveis têm se manifestado contra a Copa no Brasil, inclusive com arruaça e violência.
Com interesses escusos, mesquinhos, vis, a maioria dos (senão todos os) veículos da grande imprensa nacional faz jogo sujo, rasteiro, velhaco. Não tem sido diferente em relação ao Campeonato Mundial de Futebol, que será realizado pela segunda vez no Brasil.
Os tubarões midiáticos, agressivos, criminosos, prepotentes, safardanas, não se importam com a desgraça que pode ocorrer durante a Copa do Mundo de 2014, caso se repitam as ações intempestivas dos "black blocks" e demais elementos bandidos, baderneiros, vândalos, como fizeram em meados do ano passado enquanto acontecia a Copa das Confederações.
O movimento terrorista "Não vai ter copa" – criado por gente impatriota, retrógrada, maligna – vem sendo estimulado pela mídia mau-caráter, destrutiva, mal intencionada. Os barões da imprensa burguesa, golpista, reacionária, sabotadora, que torcem contra o Brasil, não estão preocupados com os prejuízos que causam ao país e ao povo brasileiro.
Pelo que se vê no noticiário da mídia de direita, fascista, nefasta, perversa, parece que a Copa do Mundo não traz nada de positivo para a economia e a população brasileira. As imprensas demagogas, hipócritas, inescrupulosas, sorrateiras falam que os custos da Copa são exorbitantes e minimizam ou ignoram as vantagens para a nossa nação.
Comparado com os gastos de Sochi 2014 – os Jogos Olímpicos de Inverno da Rússia –, os investimentos do Governo federal no Mundial de Futebol não são tão elevados quanto querem fazer crer os manipuladores maquiavélicos da imprensa marrom. O custo da Olimpíada de Sochi, da ordem de R$ 120 bilhões (cerca de US$ 50 bilhões), equivale a quatro vezes o da Copa do Mundo 2014, cujo valor deve chegar a R$ 30 bilhões. Sendo R$ 8 bilhões investidos em estádios, e o restante em mobilidade urbana, portos, aeroportos, turismo, telecomunicações e segurança.
Igualmente a outros grandes eventos – como as Olimpíadas, que o Brasil sediará em 2016 –, o Campeonato Mundial incrementa sim, e muito, as atividades e a economia brasileiras. Pelos cálculos da Ernst & Young e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o retorno à sociedade brasileira, entre benefícios imediatos e futuros, deve ultrapassar em cinco vezes o valor dos investimentos. Além da grande oportunidade de mostrar as qualidades e valorizar a imagem do país internacionalmente.
Então, se o Brasil pôde sediar uma Copa do Mundo de Futebol há 64 anos atrás, naqueles tempos bem mais difíceis, por que não haveria de ter capacidade de fazê-lo novamente agora? O país tinha, naquela época (1950), e tem hoje (2014) plenas condições de sediar e organizar uma excelente Copa do Mundo, mesmo com as críticas e as sabotagens de muita gente, principalmente da grande imprensa e dos oposicionistas impatrióticos. Quem não apoia a Copa está contra o Brasil e o povo brasileiro.
A nação brasileira de bem certamente torcerá para a Seleção Brasileira conquistar o título da Copa do Mundo no nosso país. A torcida a favor do Brasil quer ver a seleção Canarinho levantar a taça pela sexta vez no Campeonato Mundial de Futebol, que é o maior evento esportivo do "Planeta Azul".
Ressalta-se, aliás, que independentemente de vitória ou derrota, ganhando ou perdendo a "Copa das Copas", pelos resultados positivos proporcionados pela realização da Copa do Mundo, o Brasil e o povo brasileiro já são vitoriosos.
Neste momento que antecede a Copa Mundial (e as eleições), a grande mídia tupiniquim está falando (de forma subliminar) que "somos todos um só". Mas não somos todos um só néscio (drogado), como quer a imprensa conservadora, despudorada, manipuladora, corrompida, partidarista.
Os bons torcedores (eleitores), conscientes, criteriosos, sensatos, torcerão pela vitória da nossa Seleção e saberão escolher a melhor opção em 5 de outubro de 2014. O povo heroico, guerreiro, lutador desta terra adorada haverá de dar a resposta merecida a essa gentalha do "quanto pior, melhor", que torce contra o Brasil.
Quem não apoia a Copa torce contra o Brasil. Mas quem é patriota não torce contra o Brasil, não quer a desgraça da pátria amada e do querido povo brasileiro. Bom seria se todos os filhos da mãe gentil do Novo Mundo, concidadãos deste solo verde e amarelo, apoiassem a Copa e torcessem unidos a favor do Brasil.
Apesar dos oposicionistas e sabotadores, queiram ou não queiram, vai ter Copa! Ordem e Progresso e Paz no presente e no futuro! Viva o Brasil!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 11/06/2014, p. 16]

quinta-feira, outubro 03, 2013

Julgamento político da Ação Penal 470

Estamos vendo outra vez a forte atuação do "Partido da Imprensa Golpista" (PIG, que significa porco ou porcalhão, em inglês). E das trevas da Suprema Corte do Brasil exala o cheiro do golpe jurídico-midiático.
Todo mundo sabe que aconteceu o mensalão tucano (tucanoduto), também conhecido por mensalão de Minas Gerais (valerioduto), por lá ter sido iniciado pelo então governador mineiro e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), para arranjar dinheiro inclusive para a campanha de FHC. Todo mundo sabe também do escândalo da compra de um sem-número de deputados (falou-se em bem mais de 100 – por só R$ 200 mil por cabeça?) para votar a favor da emenda constitucional que instituiu a reeleição, para que Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pudesse ser reeleito presidente da República. E sabemos todos que o governo de FHC foi marcado por privatizações criminosas – com corrupção e favorecimento a cupinchas e compadres empresários –, que dilapidou o patrimônio público do Brasil, do povo brasileiro.
Vale lembrar ainda que, além do escândalo tucano do Paulo Preto, sobre roubalheira no governo de São Paulo, os peessedebistas foram cúmplices do mensalão do DEM, no Distrito Federal, que derrubaria o governador José Roberto Arruda (ex-DEM), após ser preso em fevereiro de 2010, dentre outros atos condenáveis e crimes cometidos pelo bando tucano e seus comparsas.
Apesar da corrupção estratosférica da organização criminosa dos partidários, asseclas e conluiados de FHC, protagonistas da maior rapinagem da história deste país, a mídia vendida e a Justiça injusta tupiniquim acobertam ou ignoram seus crimes.
E o caso da longa prática de cartel em licitações milionárias da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e do Metrô de São Paulo, nos governos paulistas do PSDB (1995-2014?) – de Mário Covas, de Geraldo Alckmin e de José Serra –, com mais um tucanoduto (propinoduto tucano), conhecido por "tremsalão", conforme denunciado recentemente pela multinacional alemã Siemens, também vai ser esquecido pela grande imprensa e a Justiça brasileira?
Mesmo com tantos desvios de dinheiro dos cofres públicos pela quadrilha de assaltantes peessedebistas e outros corruptistas, roubistas e falcatruistas aliados, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ao falar da Ação Penal 470 – o inquérito do mensalão petista –, ainda teve a cara de pau de dizer, na sexta-feira 13 (coincidentemente, o número do PT) do mês de setembro, que "não há crime sem castigo". Se os mensaleiros (sujeitos corruptos) da trupe do ex-todo-poderoso FHC fossem investigados, julgados e condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o povo brasileiro realmente poderia acreditar que todos os políticos criminosos seriam castigados.
E se todos os políticos corruptos/criminosos deste país, sem exceção, fossem condenados e enjaulados na cadeia, o ex-mandachuva Fernando Henrique Cardoso e sua quadrilha de malfeitores estariam vendo o sol nascer quadrado. Caso estivesse cumprindo prisão em regime fechado, o politiqueiro cínico, falso, mentiroso, traidor, ingrato Fernando Henrique (que o diria o ex-presidente Itamar Franco, se vivo estivesse) não falaria que "ficar apenas dormindo na cadeia ou passar o tempo inteiro na cadeia" não seria "uma questão transcendental".
Se os elementos dessa quadrilha de políticos salafrários, desonestos, bandidos estivessem incluídos entre os réus da Ação Penal 470 (mensalão), determinados ministros do STF provavelmente votariam diferente.
Foram necessárias (?) três sessões para que todos os 11 (onze) ministros da Suprema Corte proferissem suas decisões sobre a questão dos embargos infringentes. A segunda sessão (12/09) foi encerrada pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, no momento em que a votação estava empatada em 5 a 5. Havia, então (antes do voto do último magistrado), cinco votos a favor e cinco contrários ao amplo direito de defesa aos réus da Ação Penal 470.
O suspense provocado por Barbosa, protelando a decisão final do Supremo por mais uma semana, suscitou suspeitas de que a manobra teria propósito escuso. A procrastinação (adiamento) do "voto final" serviria, no mínimo, para colocar Celso de Mello – o último magistrado a votar – sob pressão da mídia e da opinião pública, como de fato ocorreria.
Como haveria de ser, na terceira e última sessão (18/09) dessa etapa do julgamento da Ação Penal 470, o decano Celso de Mello – que fora impedido de proferir sua decisão na sessão de 12 de setembro –, sem deixar-se influenciar por forças externas, votou de acordo com seu próprio juízo e entendimento legal, conforme havia indicado no início do julgamento (agosto de 2012). Ele fez o "desempate" da votação, que garantiu, enfim, o direito a um novo julgamento para metade dos réus do processo do mensalão do PT. Com o voto do ministro mais antigo do STF, o resultado final foi de 6 a 5, em favor dos embargos infringentes.
Vale ressaltar que se todos os ministros do STF tomassem decisão racional baseada nas normas e em critérios justos, não poderia ocorrer empate de 5 a 5 no placar parcial da votação da questão dos embargos infringentes. Ficou evidente que a decisão de alguns magistrados do Supremo teria sido eminentemente política.
Verifica-se, pois, que nesse julgamento duvidoso do Supremo, os fatos, as provas (ou falta/inexistência delas) e os recursos apresentados pela defesa dos réus do Mensalão são elementos secundários. A interferência e a pressão da "grande mídia" e da "opinião pública" (leia-se a imprensa e a elite conservadoras) fazem da Ação Penal 470 um julgamento espetaculoso, onde certos ministros (do STF) estariam mais preocupados com os noticiários e em satisfazer a interesses alheios do que com a aplicação de princípios legais, éticos, morais. E ainda dizem que vivenciamos um Estado democrático de Direito.
Pode-se dizer, portanto, que em razão de espuriedade e parcialidade, a Ação Penal 470 não passa de um julgamento político. Para ser uma AÇÃO correta, teriam que investigar, julgar e condenar todos os políticos ímprobos, corruptos, criminosos, de todas as agremiações políticas. Não só apenar (punir) membros de um partido ou os de um lado, notadamente os não simpáticos à elite hipócrita, sórdida, podre e à mídia despudorada, manipuladora, corrompida.
Pelo visto, enquanto só alguns malfeitores são apenados, a elite dominante e a "intelectualidade" podem roubar à vontade, que seus crimes ficam impunes. É dessa forma que se faz (in)justiça no reino da democracia e do capitalismo neoliberal dos pseudomoralistas e demagogos das elites aristocráticas e oligárquicas.
Podemos imaginar o estardalhaço da direita midiática, se ao invés do decano Celso de Mello fosse um ministro nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou um magistrado "novato" indicado pela presidente Dilma Rousseff (PT), quem tivesse "desempatado" a polêmica votação do STF, decidindo a favor dos embargos infringentes no processo do mensalão. [O jurista indicado pelo presidente da República para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal deve ser sabatinado e aprovado pelo Senado Federal.]
Se não houvesse os holofotes da mídia nacional, ministros pseudodefensores da lei e da justiça certamente não teatralizariam no palco da Suprema Corte. Sem a exposição midiática exagerada, não haveria tanta discussão pessoal (alta baixaria) e tanto discurso teatral para a plateia da corte suprema (ou circo?) da (in)justiça brasileira. Se haveria algo positivo, por outro lado, a transmissão, ao vivo, dos julgamentos contribui para a banalização (ou seria bananização?) do Supremo.
O que a nação brasileira pode esperar da Justiça, se membros do STF (Supremo Tribunal Federal) – o tribunal máximo do Brasil – atuam, por vezes, para favorecer amigos ou satisfazer interesses da classe dominante!
Mas o povo brasileiro não quer julgamento político – como se verifica no caso da Ação Penal 470 –, com penalização só de alguns poucos, como sempre tem acontecido. A população brasileira gostaria que só houvesse agentes da lei e julgamentos direitos, corretos, sérios, justos nos fóruns e cortes de justiça do Brasil.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 03/10/2013, p. T20]

domingo, abril 21, 2013

Racismo e homofobia, e arrogância e prepotência


Mesmo com um histórico de declarações homofóbicas e racistas, o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, no dia 7 de março deste ano.
Desde então, o deputado-pastor é alvo de protestos e de acusações de movimentos sociais, que pedem a sua saída do cargo.
Além da contestação dos manifestantes brasileiros, personalidades estrangeiras também apóiam o movimento contra o deputadinho-pastorzinho mau-caráter.
É lamentável que um sujeito arrogante e prepotente, com tamanha pobreza de espírito e totalmente despreparado tenha sido conduzido pelos seus pares ao cargo de presidente da CDHM.
Deve haver algum deputado ou deputada federal competente – que não seja babaca, idiota, pateta – que possa bem conduzir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da forma que interessa à sociedade brasileira.
Além de defenestrar o deputadinho-pastorzinho desqualificado da presidência da CDHM, o quê que o povo brasileiro deveria fazer com os políticos sem-vergonha que lá o colocaram?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.


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Deve existir algum movimento evangélico sério

Por todos os cantos do país está inçado de igrejas suspeitas – principalmente dessas que surgiram nos últimos tempos – comandadas por pregadores estelionatários, enganadores, golpistas, picaretas, trapaceiros, vigaristas.
Infelizmente, há bastantes pessoas alienadas, enganadas, iludidas, trouxas que dão muito dinheiro para os falsos profetas e exploradores da fé popular.
Mesmo em um Estado que se diz laico, como o Brasil, existem políticos sacripantas calhordas que usam a religião para ofender a honra e a dignidade das pessoas, e valem-se ainda de argumentos bíblicos infundados para justificar seus atos preconceituosos e racistas.
Se o cidadão, o sacerdote e o deputado são uma só pessoa (sem apologia à trindade bíblica), não haveria diferenciação com relação à sua conduta, independente do lugar em que se encontre, seja na rua, na igreja, na Câmara dos Deputados ou em quaisquer outros lugares públicos ou não.
É lamentável a pobreza de espírito de um deputado evangélico pseudomoralista, que seria contrário à criminalização da homofobia. Só faltava ao deputado-pastor fundamentalista falastrão defender a descriminalização do estelionato, do estupro, do homicídio.
Um indivíduo arrogante que, além de sua religiosidade preconceituosa, carrega na alma o ódio e cultua o espírito de vingança, não pode exercer um cargo político, nem como representante do povo na esfera federal e nem muito menos presidir uma instituição como a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), que deveria defender a liberdade e a felicidade dos cidadãos mais desprotegidos da sociedade brasileira.
Será que a Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos (FBDH), sediada em Salvador (BA) – que, apesar de inúmeras manifestações e protestos em diversas cidades brasileiras contra o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP), após ter ele assumido a presidência da CDHM da Câmara dos Deputados, homenageou-o com diploma de defensor dos Direitos Humanos (com erro no nome: consta "Marcos" no documento) –, possui credibilidade e realmente se preocupa com a "defesa das minorias, grupos vulneráveis e a política de tolerância religiosa"?
Vale destacar que Elizeu Simões Fagundes Rosa, chefe supremo da entidade que “diplomou” Marco Feliciano, era o presidente do Conselho Federal de Direitos Humanos (CFDH), sediado no Distrito Federal, entidade esta que, em 2009, foi fechada pela Polícia Federal devido a prática de atividades ilegais, inclusive estelionato.
Além de ter sido investigado e indiciado pela Polícia Federal em vários inquéritos, Elizeu Rosa, que atuava como pastor evangélico, foi denunciado tempos atrás por estupro de uma adolescente, em Itamaraju (BA).
A julgar pela conduta do amigo e co-partidário signatário do “diploma” de Feliciano, pode-se inferir razão importante do provérbio popular que diz: “Diga-me com quem andas e dir-te-ei quem és”.
O prepotente deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) – que como pessoa, pastor e político nunca antes se preocupou com os pobres nem com os menores violentados sexualmente, como ele próprio declarou a uma revista de circulação nacional – deveria largar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, pegar sua trouxa e partir para o quinto dos infernos.
Apesar de o fanatismo de radicalismo religioso intolerante persistir em (quase) todas as igrejas, acreditamos que deve existir algum movimento evangélico sério preocupado em promover e defender os direitos humanos em nossa Pátria amada e idolatrada.
Todos os crentes, de todas as religiões, e não-crentes devem entender que as pessoas têm direito à liberdade e à felicidade. Que a paz e o amor estejam na alma dos brasileiros e brasileiras de boa fé (crença) e de boa-fé (conduta).
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 20 e 21/04/2013, p. T28]

quinta-feira, agosto 30, 2012

domingo, junho 12, 2011

Burrice da imprensa futebolística

No primeiro decênio de existência (1976-1985), o Joinville Esporte Clube (JEC) conquistou nove títulos estaduais, só não obtendo êxito em 1977, ano em que a Associação Chapecoense de Futebol (ACF) levou pela primeira vez a taça do Campeonato Catarinense.
Não obstante, durante a transmissão do jogo decisivo do Campeonato Catarinense, em 15 de maio deste ano, entre a Chapecoense e o Criciúma, no Estádio Regional Índio Condá, em vez de citar o título de 1977, o narrador da RBS-TV disse, erroneamente, que o time de Chapecó teria ganhado a primeira taça em 1993. O Criciúma Esporte Clube é que foi o campeão de 1993.
Considerando que é difícil (ou impossível) uma pessoa saber tudo sobre futebol, e que possa ter havido um erro de anotação, essa falha do narrador seria perdoável.
Todavia, não se pode admitir que, a exemplo de uns quantos profissionais desatinados da mídia esportiva brasileira, o narrador da TV sulista fale – como disse na hora do jogo final – que a Chapecoense, por ter feito melhor campanha, teria a vantagem de jogar por dois resultados iguais nas finais do Catarinense de 2011.
Se ao invés de sofrer uma derrota no primeiro jogo por 1 a 0, no Estádio Heriberto Hülse, e obter uma vitória no segundo, por idêntico resultado, em casa, a equipe de Chapecó tivesse perdido ambos os jogos das finais pelo placar mínimo (1x0) – que seriam dois resultados iguais – ou por qualquer outro escore adverso, teria sido campeã? Evidente que não! Porque se houvesse duas derrotas do Verdão do Oeste, por resultados iguais ou não, o título seria do time de Criciúma.
Com o título estadual deste ano, a Chapecoense conquistou quatro vezes o Campeonato Catarinense de Futebol: 1977, 1996, 2007 e 2011.
Então, apesar de já anteriormente termos falado de impróprio (e inconsistente) dito, queríamos mais uma vez ressaltar que a expressão "vantagem de dois resultados iguais" é uma burrice futebolística, que tem sido inadvertidamente propalada pela imprensa escrita, falada e televisionada.
Como se tem observado na mídia futebolística catarinense e nacional, falar bobagens não seria privilégio só do locutor (narrador, apresentador) Galvão Bueno e de um colega (ou discípulo?) seu, que é ex-jogador de futebol e comentarista novato da TV Globo.
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 31/05/2011, p. T20]

sexta-feira, outubro 29, 2010

Campanha política suja

Este ano as campanhas políticas têm sido abomináveis, deploráveis, repugnantes. Vejamos alguns casos de como funciona a campanha política suja, escrota, nojenta, de baixo nível no Brasil:

1. Sem-vergonhice da TV Globo:
Quem assistiu com atenção ao Jornal Nacional (JN), de 18 de outubro, percebeu claramente a atitude vergonhosa da TV Globo, ao mostrar-se parcial e tendenciosa, como se tem verificado em todas as eleições.
Pois ao apresentar o "dia" dos candidatos, mais uma vez o JN mostrou bastante o candidato José Serra (PSDB) fazendo e falando da campanha, parecendo que estava no horário eleitoral "gratuito", e apenas citou o nome da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), sem mostrar sequer sua imagem, dizendo, mentirosamente, que ela não teria aparecido em ato político naquele dia.
Quando acontece algum problema relacionado a petistas, a TV Globo passa dias ou semanas martelando e repercutindo exaustivamente o assunto em todos os telejornais e noutros programas televisivos. Já quanto a escândalos dos demotucanos (democratas/peessedebistas), a emissora Global – igualmente à revista Veja e outros veículos da mídia não corretos, não imparciais, não isentos – omite (nada diz ou esconde) ou, se não pode evitar (ou escapar) de mostrar os fatos, limita-se a apresentar timidamente alguma coisa.

2. Aborto da mulher do Serra:
Você sabia que Monica Serra, mulher do presidenciável tucano, também fez aborto, conforme matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, no último 16 de outubro?
Você acha que essa fulana descarada teria moral para dizer, como, de fato, disse em evento público, que a petista Dilma Rousseff seria a favor de "matar criancinhas", só porque ela teria declarado há anos atrás ser a favor da descriminalização do aborto, para proteger as mulheres pobres que perdem a vida em decorrência de abortos clandestinos, dado que milhares delas morrem devido a procedimentos arriscados, improvisados, impróprios, sem as mínimas condições de segurança?
Você ainda teria dúvida de que mulheres ricas, inclusive esposas de políticos, fazem aborto em clínicas particulares, no Brasil e no exterior, na calada da noite, escondido dos amigos, da imprensa, de todo mundo?
Você não pensa que estaria havendo muita demagogia, muita hipocrisia, muita mesquinharia por parte dos falsos moralistas, sabendo-se que a descriminalização do aborto libertaria as mulheres das trevas do preconceito, sobretudo religioso, e salvaria suas vidas?

3. Politicagem suja das igrejas:
Você pensa que seria correto o ato político praticado durante uma missa na basílica de Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 de outubro, onde sacerdotes falaram do candidato José Serra e seus correligionários, ali presentes, e chamaram ao púlpito sua esposa Monica, para entregar-lhe uma estátua da Santa para levar aos conterrâneos chilenos dela?
Você concorda com a sacanagem de padres e bispos pecadores, que têm feito campanha política nas igrejas e noutros locais, falando bem do candidato tucano, e mal do PT e da candidata petista, pedindo para votar no Serra, e não em Dilma?
Você tem alguma dúvida de onde (ou de qual partido) teria saído o dinheiro para pagar a impressão dos 20 milhões de panfletos/revistas que estão sendo distribuídos aos fiéis nas igrejas, malhando o PT e denegrindo a imagem da petista, e dizendo para votar no tucano, dos quais cerca de um milhão foi apreendido recentemente pela Polícia Federal em uma gráfica de uma filiada ao PSDB, irmã de um coordenador da campanha do Serra?
Você pensa igual ao Serra, e não vê nada de errado nesse terrorismo religioso, e acha certa a politicagem suja que pregadores católicos e evangélicos diabólicos estão fazendo nas igrejas, em que ao invés da fraternidade, andam pregando o ódio, a intriga, a intolerância, a desunião e a discriminação?
Você não acha que – no Brasil da democracia, da liberdade e da justiça, do pluralismo racial, cultural e espiritual – o eleitor tem o direito de decidir espontaneamente, sem a interferência de missionários aéticos, imorais, insolentes, o que seria melhor para o país, para todos nós brasileiros?

4. Trocas de vices do Serra:
Você ficou sabendo que o ex-governador José Roberto Arruda (ex-DEM) era o nome mais cotado para ser o vice-presidente de José Serra, só não o sendo devido ao escândalo do mensalão do DEM?
Você acredita que os tucanos teriam mandado para escanteio o pré-candidato a vice-presidente Álvaro Dias (PSDB, senador do Paraná), trocando-o pelo desconhecido e inexpressivo Índio da Costa (DEM, do Rio de Janeiro), nos últimos minutos do prazo de inscrição da chapa de José Serra, por imposição dos democratas, a troco de nada?
Você sabia que depois do primeiro turno das eleições, o grupo do José Serra cogitou trocar novamente seu candidato a vice-presidente, que, então, passaria a ser o Aécio Neves (PSDB) ou o Fernando Gabeira (PV), visando ganhar a eleição de qualquer jeito, só não o fazendo por medo de ter a candidatura de Serra cassada?
Você teria imaginado que, se fosse escolhido para vice o Fernando Gabeira, ex-fumante (?) de maconha, candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro, o tucano Serra prometeria liberar, caso fosse eleito, o cultivo de "cannabis sativa" e o consumo da droga no Brasil, para agradar ao companheiro verdinho, que tem defendido a descriminalização da maconha?
Você acha que os demônios (sem trocadilho com democratas) safardanas das igrejas não falam nada sobre isso porque concordam com a liberação das drogas, ou porque não querem prejudicar o candidato José Serra?

5. Escândalo do mensalão do DEM:
Você tem conhecimento de que um deputado federal democrata – que não teria feito praticamente nada pelo povo barriga-verde no Congresso Nacional, a não ser prejudicar e criticar as ações dos políticos adversários atuantes – teria dado alguns milhões de reais só para uma candidata a deputada estadual em Santa Catarina, de partido aliado, que não foi eleita, para ajudá-lo a reeleger-se?
Você saberia dizer aonde os políticos do partido Democratas (DEM) teriam arranjado tanto dinheiro para as campanhas políticas milionárias feitas no Brasil inteiro?
Você não acha que o escândalo do mensalão do DEM no Distrito Federal, que estourou em novembro de 2009, que derrubaria o governador José Roberto Arruda ("expulso" do partido), após ser preso em fevereiro de 2010 – que já houvera renunciado ao mandato de senador, em 2001, para evitar a cassação –, e que teve deputados, secretários, diretores, servidores e outras pessoas envolvidas no esquema criminoso de corrupção na gestão nefasta (desastrosa) do governo do DEM de Brasília, do qual o PSDB participava, explicaria como eles arrumam dinheiro para as campanhas eleitorais?
Você não acha que esse escândalo do mensalão do DEM, que tinha só um governador, seria fichinha perto do que haveria, supostamente, nas gestões tucanas de São Paulo e do Rio Grande do Sul, onde Yeda Crusius (PSDB) sofreu uma derrota humilhante nas urnas, e nas administrações peemedebistas de Santa Catarina, com a coligação (ou ajuntamento) dos "demos" a suas campanhas eleitorais e aos seus governos?

6. Escândalo tucano do Paulo Preto:
Você viu o escândalo do engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da estatal Dersa, que segundo denúncia de políticos do próprio PSDB, teria desviado R$ 4 milhões, que seriam destinados ao suposto "caixa dois" da campanha tucana?
Você tem alguma dúvida de que o caso do Paulo Preto, que teria recebido dinheiro de empreiteiras que estão construindo o Rodoanel, em São Paulo, e não teria repassado os recursos aos tucanos, seria só uma gota no oceano de falcatruas, maracutaias, roubalheiras no governo de São Paulo?
Você concorda com o candidato Serra – cara-de-pau, cínico, falso, hipócrita, mentiroso –, que diz que isso não tem problema nenhum, porque o dinheiro roubado seria de empreiteiras privadas, não seria dinheiro público?
Você acredita que o dinheiro que os partidos e os políticos recebem (ou cobram) das empresas construtoras não sairia dos cofres públicos, se elas realizam obras superfaturadas, incluindo os custos das propinas, paras os governos municipais, estaduais e federal?
Você faz ideia de quantos processos de Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs), o PSDB – do José Serra, do Fernando Henrique Cardoso (FHC), do Mário Covas, do Geraldo Alckmin – conseguiu engavetar ou arquivar no período de 16 anos em que governa São Paulo, onde o Alckmin foi eleito governador novamente?
Você já imaginou a que preço os tucanos cooptam (ou compram) partidários e parlamentares aliados para abafar as denúncias e barrar os inúmeros pedidos de CPIs apresentados por parlamentares da oposição paulista?
Você acha que se eles fossem corretos e honestos, e tivessem as mãos limpas, como andam dizendo, haveria por que temer as denúncias e impedir as investigações?

7. Escândalos do governo petista:
Você acredita que tenham ocorrido casos de roubalheira no governo petista, sem que a mídia e o povo brasileiro não tivessem tomado conhecimento?
Você acha que os escândalos petistas têm sido investigados, e que os responsáveis pelos deslizes tenham sido exonerados e punidos?
Você sabe por que a oposição – formada predominantemente por políticos do PSDB e do PFL (hoje DEM: mudaram o nome do partido só para tentar amenizar a sua má fama) –, com a cumplicidade da elite dominante e da grande mídia nacional, não quis derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando estourou o escândalo do mensalão, em 2005, no seu primeiro mandato?
Você teria dúvida de que a oposição imaginava que Lula, devido ao caso do mensalão, não seria reeleito em 2006, abrindo caminho para eles retomarem facilmente o poder, sem correr riscos?
Você alguma vez pensou que eles teriam ficado com medo de entrar com um processo de impeachment contra Lula, sobretudo por terem telhado de vidro e temerem ser cassados e condenados juntos, porque o esquema do mensalão teria iniciado na época do governo FHC, pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB), em Minas Gerais, onde Aécio Neves (PSDB), senador eleito agora, foi governador por dois mandatos?
Você estaria certo de que o ex-presidente Fernando Collor de Mello caiu, em 1992, porque durante seu governo contrariou interesses dos poderosos que o apoiaram na eleição de 1989, e por ele pertencer à época ao Partido da Reconstrução Nacional (PRN), um partido nanico que nem mais existe, e que não tiraram Lula, em 2005, porque este é de um partido forte e possui enorme apoio popular, como demonstram os elevados índices de aprovação a seu governo?

8. Depende de Você votar certo ou errado:
Você não fica indignado com tudo que anda acontecendo nestas eleições, e confiaria e entregaria o comando do Brasil, do nosso país, a um grupo político sem escrúpulos, que faz campanha política suja, com o apoio de gente sem-vergonha, irresponsável, interesseira, que quer que o povo fique pobre e ignorante, para permanecer submisso aos exploradores da fé popular, ser serviçal (ou escravo) dos capitalistas brasileiros e estrangeiros, e continuar subjugado pelas elites burguesas dominantes?
Você se considera um eleitor esclarecido, inalienado, sensato, e acha que existe algum político do PSDB ou do PT ou de qualquer outro partido, que seja sério, honesto, de mãos limpas, competente, que esteja realmente interessado em trabalhar pelo bem-estar dos brasileiros e brasileiras, no qual possa votar certo, de verdade, sem medo de errar?
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[Outubro/2010]

terça-feira, outubro 26, 2010

Voto com consciência

Eleitor! Você não deve cerrar os olhos diante das propagandas e dos programas do horário eleitoral gratuito, das entrevistas e dos debates com os candidatos, dos noticiários políticos.
Para fazer a escolha certa, você precisa saber o que são, o que pensam, o que dizem, o que fizeram e o que podem os candidatos fazer pelo nosso País, por você, por todos nós brasileiros.
Inúmeros eleitores inocentes acabam acreditando nas mentiras de alguns candidatos, nas suas promessas vãs, vazias, nas suas propostas utópicas, inexeqüíveis, nas suas acusações desmesuradas a adversários, e nas falácias fabulosas inventadas pelos marqueteiros e nos pronunciamentos teatrais que alguns artistas e intelectuais servis fazem em favor de determinados candidatos nos programas eleitorais.
E isso não acontece só com a maioria dos eleitores menos instruídos. Também outros tantos brasileiros alienados, inclusive com grau de instrução superior, são facilmente iludidos e enganados por políticos que dizem que fizeram isso e aquilo e aquilo outro para e pelo povo enquanto cumpriam seus mandatos ou exerciam outros cargos relevantes no Governo. Não acreditemos em políticos demagogos, hipócritas, sorrateiros!
Todos nós brasileiros devemos estar conscientes de que a maioria dos políticos que estão aí procurando persuadir o eleitor com palavreado falso, cheio de requintes ilusórios marquetizados, estão, na verdade, mais preocupados em tirar proveitos eleitoreiros, em se locupletar, em satisfazer interesses pessoais e dos seus, do que em trabalhar efetivamente para o progresso do País e pela melhoria das condições de vida de todos os brasileiros.
Seja sensato, criterioso. Aja com consciência, sabedoria e inteligência no momento de votar. Valorize o seu voto. Vote em políticos sérios, íntegros, éticos, confiáveis.
Vote nos candidatos que são capazes de governar e de legislar bem e que estejam empenhados com a democracia, com a construção da cidadania, com a liberdade do povo brasileiro.
O eleitor que votar em branco, anular seu voto ou abster-se de votar poderá estar contribuindo, ainda que involuntariamente, para que políticos desgraçados, inconsequentes, ladrões sejam eleitos no lugar dos honestos, ilibados, lutadores, dos que realmente estariam dispostos a trabalhar pelo bem-estar do povo brasileiro.
Mostre o seu espírito patriótico! Vote com dignidade. Não venda seu voto.
Não se deixe ludibriar pelos politiqueiros. Analise com a razão. É de suma importância votar certo. O voto errado será mau para o País, será ruim pra nós todos. Vote com coragem!
Nelson Heinzen,
Itajaí – SC.
[DL, 25/10/2010, p. 17]
Nota: O texto é um excerto do artigo Patriotismo e Eleições, de 2002.